Eu cresci assistindo “Carrossel” e o seu filho? É bom refletir.

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Acho que já falei um pouco sobre a minha infância num post há alguns meses.  Esses dias assistindo telejornais da nossa cidade eu fiquei perplexo com a quantidade de crimes envolvendos adolescentes e jovens. Eu não vou aqui culpar somente a televisão por essa mal que é a criminalidade. Acho que isso está ligado à questões que envolvem planejamento familiar, melhores políticas de educação, esportes, saúde e outros fatores.

O que vou tratar neste post é sobre a qualidade que vive hoje a nossa televisão no que tange a conteúdos destinados ao público infantil. Eu cresci assistindo uma novela pura, ambientalizada numa escola, com personagens principais da mesma idade que a minha. Eu cresci assistindo desenhos tranquilos, educativos, coisas humanizadas. Eu vivi na era da Xuxa que nos acordava tomando café da manhã que incluía frutas trazidas naquela bandeja, e eu queria comer as mesmas frutas, tomar os sucos que ela tomava. Eu cresci assistindo Mara Maravilha com seus índios, com Angélica em forma de fada Bela, Eliana com seu computador Fritz, inocente e curioso assim como eu era. Eu cresci assistindo o trapalhões, com aquele humor tranquilo, que foi morrendo junto com cada artista do quarteto que morria.

Na minha época de criança o folclore brasileiro era muito mais difundido do que hoje, e a gente até acreditava em algumas lendas. O que eu vejo hoje são crianças cada vez mais adultas, usando roupas que não são compatíveis com sua idade. São garotos se inspirando nos desenhos e games mais violentos. Onde vamos parar com isso? Nem na TV Paga temos tantas opções de programação de qualidade. Eu penso muito sobre a educação dos meus futuros filhos. Está cada vez mais difícil educar nossas crianças.

Na minha infância a novela que eu assistia tinha como tema o preconceito com os negros, um amor puro de infância entre um negro e uma loira que não lhe dava atenção e o humilhava, uma gordinha romântica, um garoto inteligente que sempre se dava bem, e uma família que passava por dificuldades financeiras. Novela é novela, mas pelo menos aquela que eu assisti passava conteúdo próprio para minha idade, e não o que se vê hoje. Uma menina vilã em plena novela das 8, a novela “Viver a vida”. Uma criança que todo mundo acha bonito interpretar um papel tão perigoso para sua formação de caráter.

Eu falo isso, porque acredito que nós devemos viver cada fase de forma intensa, porque não poderemos voltar atrás. Viva muito essa sua fase, daqui a pouco chega outra, e outra e outra.

Deixo com vocês a abertura da novela que eu cresci assistindo, Carrossel. Eita, saudade! Que saudade dessa trilha sonora, da chamada na sala de aula, dessa professora querida, a professora Helena, que todos nós tivemos na infância. Aquela professora boa que a gente não esquece nunca. Falando nisso, vou tentar fazer uma séria de posts com professoras inesquecíveis que eu tive, e fala um pouco sobre elas.

E vocês, tem saudade do tempo de criança? O que acham sobre a educação atualmente da nossas crianças? Joga comigo e deixe sua opinião.

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“Você está demitido” agora será dito por João Dória Jr.

“O aprendiz” é o programa de televisão mais inteligente dos últimos tempos. É um reality show que agrega muito para quem assiste. Eu já participei da seleção do “Aprendiz 5 – O sócio”, e sei o quanto cresci e cresço a cada edição do programa. Amanhã estreia a nova temporada, agora sob o comando do João Dória Jr. Assistam o vídeo que mostra um pouco as imagens da nova temporada, e o que vem por aí. Torço pelo sucesso e estava até com saudades de ouvir a frase “você está demitido”, e cheguei a pensar que pela troca de apresentadores, o bordão talvez fosse excluído, mas não é o que mostra o vídeo.

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Para Manoel Carlos o que é “Viver a vida”?

VIVER A VIDA NACIONAL

Não é novidade para ninguém que as novelas ditam moda, gírias e comportamento. Há poucos dias, eu ouvia “Arebaba” constantemente nos diálogos femininos aqui na agência que trabalho.

Viver a Vida tem todo dia um depoimento de alguém que tenha passado por situações conflituosa, difíceis e algumas vezes bem humoradas. Mas a realidade de hoje vem apenas no final da novela.

Isso porque, no enredo de Manoel Carlos o que há é um desfile de total deturpação dos valores que aprendemos. E isso acontece do início ao fim da novela.

Antigamente, a gente torcia pelas mocinhas sofredoras, em contrapartida, nos sentíamos vingados quando os vilões se davam mal, eram presos e desmascarados. O que se vê hoje, são os vilões conquistando a simpatia de um quantidade de fãs que não para de crescer. Isso já mostra uma inversão de valores, que hoje pode não ter reflexos, mas o amanhã, só o tempo vai dizer.

Na trama de Manoel Carlos, não existe visualmente a mocinha e vilã. Para o autor, isso acontece, porque ele quer aproximar os personagens da nossa realidade, ou seja, que ninguém é 100% do seu tempo bom ou ruim. Mas essa desculpa de Manoel Carlos, nos mostra uma trama onde as safadezas cometidas soam o que ele chama de “Viver a vida”.

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Os personagens da novela, em sua maioria enganam alguém. É o marido que trai sua mulher, e o pior, com a prima da vítima. Mas não tem problema. A esposa também trai o marido, com o carinha da academia. O outro galã também não fica para trás. Ele troca a mulher, com quem viveu boa parte da vida, por uma modelo bem mais jovem, na casa dos 30. E essa modelo, tadinha, parece que conheceu um novo amor, e está disposta a viver pelo menos um affair com o bonitão. Ah! O bonitão, ela conheceu no deserto, ta? Deserto psicológico ou deserto mesmo? Ahahaha. Obra do acaso? Talvez. O pior, é que o bonitão, pode ser o filho do seu atual companheiro, o Zé Mayer. E traições e conflitos amorosos não param por aí não, meu povo. Irmãos gêmeos disputavam a garota linda, que por um acidente, foi parar numa cadeira de rodas.

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Quanta confusão e quantos valores foram jogados ao chão? Jogados para milhares de telespectadores Brasil a fora. Para adolescentes e crianças que estão em fase de formação de carácter. Para pessoas que estão vivendo dias difíceis e por um minuto se acham na pele de um personagem, tomam atitudes impensáveis e depois colherão feridas pelo resto de suas vidas.

E tudo isso no horário em que a maioria da família brasileira assiste TV, e tem nos artistas os retratos de comportamentos padrões, ideiais, os heróis, que devemos tomar como exemplo.

Para Manoel Carlos então, viver a vida é assim: agir por impulso, sem pensar nas conseqüências, no outro, naquele que merecia respeito, é viver sem ter valores, e cantar “sei lá, sei lá, a vida é um grande canção.

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Peixe com cabeça de gato no Japão.

Esse peixe não é de nenhum comercial da Fiat, seguindo a linha do Cachorro-Peixe, nenhuma montagem feita em 3D.  O que intrigou uma equipe de TV do Japão, foi a informação de que em um lago no país havia um peixe que tinha a cabeça de um gato. Não conformados, a equipe foi conferir, e para a surpresa o peixe não tinha nenhum parentesco com gato, mas o que deixou a equipe boquiaberta foi que a pigmentação da cabeça de um dos peixes, que desenhava perfeitamente a cabeça de um gato.

Esse vídeo da TV Japonesa mostra o peixe, que é a cara de um gato.

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Willian Bonner do Cerrado joganogoogle.

Bruno Figueredo diz:
Quem é o Rafael Ferreira?
ein?Rs
Rafael Ferreira diz:
pera ae
tamo indo
É um cara que já acertou muito e errou mais ainda, mas que tem a certeza de estar no caminho certo (ou não) de seus sonhos profissionais. Uma pessoa que cultiva amigos e que confia neles como irmãos que Deus ofereceu oportunidade de escolher. Um ser que acredita no amor eterno, quer ter três filhos e uma esposa que seja ‘pedrada na vidraça’.
Bruno Figueredo diz:
você arrepende de ter escolhido a carreira de jornalismo?
Rafael Ferreira diz:
Algumas vezes me arrependo de conhecer pessoas que tornam o jornalismo algo sujo de ser praticado, mas de minha parte estou certo que é um caso de amor pro resto da vida. Sabemos da decadência salarial que temos na região e seria interessante que todos se unissem contra as empresas de mídia da região e exigissem melhores condições salariais. Só que aí seria tão complicado quanto achar peixe no d
eserto
Bruno Figueredo diz:
por onde você já passou e o que ja fez
Rafael Ferreira diz:
Aos 14 anos descobri o rádio e desde então trabalhei numa comunitária em Uberaba chamada América. Fui operador de mesa, editor, locutor e depois vestibulando (tinha de ir pra faculdade, né? rrrs). Sem dúvida motivou minha escolha para o Jornalismo. Nessa época conheci uma galera legal da Nova FM e o José Ronaldo (in memorian) contribuiu bastante com um sonho que sempre alimentei, trabalhar
na Jovem Pan FM.
Depois disso, durante a faculdade trabalhei na rádio Sociedade A.M., uma das mais antigas do País e de Minas Gerais em funções diversas até ganhar um programa que ía ao ar aos domingos e depois outro de segunda à sexta.
Lá pra 2003 entrei para a Rede Integração onde editei, produzi, pautei e fiz muito repórter passar raiva rrsss Fui o primeiro editor do Megaminas.com e contribui com a expansão do portal, como também fui o primeiro homem responsável pela tal afamada Agenda Cultural.
Bruno Figueredo diz:
legal
rafael vc saiu da paranaiba ou foi demitido?
Rafael Ferreira diz:
Rapaz, foi muita coisa. Depois fui pro Katatudo (empresa de busca na web), Jornal Correio de Uberlândia, Paranaiba e hoje estamos na Band.
Lá pedi demissão logo depois de minhas férias, com a certeza de que não trabalharia com jornalismo mais.
Bruno Figueredo diz:
na paranaiba?
Rafael Ferreira diz:
sim senhor
Bruno Figueredo diz:
vc pode falar mais sobre isso ou prefere nao falar?
Rafael Ferreira diz:
Falo na boa. =D Tive uma experiência ótima e grandiosa ao lado de pessoas fantásticas as quais Rogério Silva e Júlio Prado (amigo desde tempos idos) conseguiram reunir. Só que chegou uma hora na minha vida que queria dar um ‘pause’ e repensar a carreira.
Uma coisa que estudantes acreditam na faculdade é que jornalismo é um romance. O Bonner e a Fátima sentam na bancada do JN e depois vão embora. É um mito e ninguém imagina o quão complexo pode ser uma profissão que merecia ser valorizada, principalmente pelo fato de exigir conhecimento teórico, prático e de mundo. Todavia, é algo que se faz por amor e que a pessoa deve levar em conta que nada pode
ser feito esperando uma resposta ou mérito.
Acho que estou ácido, não? rrrssss
Mas é bom ser pé no chão para compreender a realidade.
Bruno Figueredo diz:
sim, lógico.
Rafael, vc ficou à frente do Balanço Geral. Vc sabia que era temporário?
Rafael Ferreira diz:
Sabia sim, foi algo de decisão conjunta com várias pessoas dentro da TV, mas foi algo que sem alternativas. Posso dizer que ninguém estava interessado em segurar o rojão. rrss E não que eu me sinta o mais ‘fodástico’ de todos daquela época, mas eu gosto de desafiar o impossível.
Bruno Figueredo diz:
legal
quando o marquinhos foi contratado, vc sentiu aquele ciuminho?
?
Rafael Ferreira diz:
ahahaahahah Teve gente que torceu por isso, sabe? Mas não senti pq estava preparado para deixar o Balanço à qualquer instante. E quando ele veio fiquei mais na expectativa de ’sair de férias’ do que ter o apego ao programa. É aquela velha história, ‘vão os dedos e ficam os anéis’.
Bruno Figueredo diz:
e hj na band, vc está feliz? tem certezA?
Rafael Ferreira diz:
Ah danado, absoluta. Foi uma situação de muito medo escolher sair da profissão ou continuar nela. Todavia, ir pra Band deu um gás no sentimento, além disso, muitos amigos apoiaram a troca de empresa. Primeiro por não ser afiliada, segundo pela projeção que consegui através da Paranaiba.
Bruno Figueredo diz:
legal.
o que falta no jornalismo local?
Rafael Ferreira diz:
Brunão essa foi osso. rrrsss
Mas assim
acredito que nosso jornalismo local é bem diversificado, com programas que atingem classes baixas e outros com segmentação diversa. Vai do dono do controle remoto mesmo.
Bruno Figueredo diz:
legal
rafa
as proximas vou mandar por email
pode ser?
Rafael Ferreira diz:Ele
Belezura

Ele é carismático, tem um bom humor que poucos jornalistas têm, é um comunicador e tanto. Ele é twitteiro, jornalista, e dizem que até balança o coração de telespectadoras. Quem vai jogar conosco hoje é o Rafael Ferreira. Seja bem-vindo pra jogar à vontade, e eu convido você, a ler essa entrevista. É uma reflexão super interessante sobre a carreira de jornalismo e você não pode perder.

Rafael pode jogar!

rafael1

Bruno Figueredo diz:  Quem é o Rafael Ferreira?

Rafael Ferreira diz:  É um cara que já acertou muito e errou mais ainda, mas que tem a certeza de estar no caminho certo (ou não) de seus sonhos profissionais. Uma pessoa que cultiva amigos e que confia neles como irmãos que Deus ofereceu oportunidade de escolher. Um ser que acredita no amor eterno, quer ter três filhos e uma esposa que seja ‘pedrada na vidraça’.

Bruno Figueredo diz:  Você arrepende de ter escolhido a carreira de jornalismo?

Rafael Ferreira diz:  Algumas vezes me arrependo de conhecer pessoas que tornam o jornalismo algo sujo de ser praticado, mas de minha parte estou certo que é um caso de amor pro resto da vida. Sabemos da decadência salarial que temos na região e seria interessante que todos se unissem contra as empresas de mídia da região e exigissem melhores condições salariais. Só que aí seria tão complicado quanto achar peixe no deserto.

Bruno Figueredo diz:  Por onde você já passou e o que ja fez?

Rafael Ferreira diz:  Aos 14 anos descobri o rádio e desde então trabalhei numa comunitária em Uberaba chamada América. Fui operador de mesa, editor, locutor e depois vestibulando (tinha de ir pra faculdade, né? rrrs). Sem dúvida motivou minha escolha para o Jornalismo. Nessa época conheci uma galera legal da Nova FM e o José Ronaldo (in memorian) contribuiu bastante com um sonho que sempre alimentei, trabalhar na Jovem Pan FM.

Depois disso, durante a faculdade trabalhei na rádio Sociedade A.M., uma das mais antigas do País e de Minas Gerais em funções diversas até ganhar um programa que ía ao ar aos domingos e depois outro de segunda à sexta.

Lá pra 2003 entrei para a Rede Integração onde editei, produzi, pautei e fiz muito repórter passar raiva rrsss Fui o primeiro editor do Megaminas.com e contribui com a expansão do portal, como também fui o primeiro homem responsável pela tal afamada Agenda Cultural. Rapaz, foi muita coisa. Depois fui pro Katatudo (empresa de busca na web), Jornal Correio de Uberlândia, Paranaiba e hoje estamos na Band.

Bruno Figueredo diz: Rafael você saiu da TV Paranaíba ou foi demitido?

Rafael Ferreira diz:  Lá pedi demissão logo depois de minhas férias, com a certeza de que não trabalharia com jornalismo mais.

Bruno Figueredo diz:  na Paranaíba?

Rafael Ferreira diz:  sim senhor

Bruno Figueredo diz: Você pode falar mais sobre isso ou prefere nao falar?

Rafael Ferreira diz:  Falo na boa. =D Tive uma experiência ótima e grandiosa ao lado de pessoas fantásticas as quais Rogério Silva e Júlio Prado (amigo desde tempos idos) conseguiram reunir. Só que chegou uma hora na minha vida que queria dar um ‘pause’ e repensar a carreira.

Uma coisa que estudantes acreditam na faculdade é que jornalismo é um romance. O Bonner e a Fátima sentam na bancada do JN e depois vão embora. É um mito e ninguém imagina o quão complexo pode ser uma profissão que merecia ser valorizada, principalmente pelo fato de exigir conhecimento teórico, prático e de mundo. Todavia, é algo que se faz por amor e que a pessoa deve levar em conta que nada pode ser feito esperando uma resposta ou mérito.

Acho que estou ácido, não? rrrssss

Mas é bom ser pé no chão para compreender a realidade.

Bruno Figueredo diz:  sim, lógico.  Rafael, vc ficou à frente do Balanço Geral. Sabia que era temporário?

Rafael Ferreira diz:  Sabia sim, foi algo de decisão conjunta com várias pessoas dentro da TV, mas foi algo que sem alternativas. Posso dizer que ninguém estava interessado em segurar o rojão. rrss E não que eu me sinta o mais ‘fodástico’ de todos daquela época, mas eu gosto de desafiar o impossível.

Bruno Figueredo diz: Quando o Marquinhos Maracanã foi contratado,  sentiu aquele ciuminho?

Rafael Ferreira diz: ahahaahahah Teve gente que torceu por isso, sabe? Mas não senti pq estava preparado para deixar o Balanço à qualquer instante. E quando ele veio fiquei mais na expectativa de ’sair de férias’ do que ter o apego ao programa. É aquela velha história, ‘vão os dedos e ficam os anéis’.

Bruno Figueredo diz: E hoje na Band (Regional), você está feliz? Tem certeza?

Rafael Ferreira diz:  Ah danado, absoluta. Foi uma situação de muito medo escolher sair da profissão ou continuar nela. Todavia, ir pra Band deu um gás no sentimento, além disso, muitos amigos apoiaram a troca de empresa. Primeiro por não ser afiliada, segundo pela projeção que consegui através da Paranaiba.

Bruno Figueredo diz: O que falta no jornalismo local?

Rafael Ferreira diz: Brunão essa foi osso. rrrsss. Mas assim acredito que nosso jornalismo local é bem diversificado, com programas que atingem classes baixas e outros com segmentação diversa. Vai do dono do controle remoto mesmo.

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Bruno Figueredo diz: É hora de dar nome aos bois, bora lá?

Rafael Ferreira diz: Bora!

Jornalista Regional : Rick Paranhos (Rede Integração – Uberlândia)

Apresentador de TV: Erika Machado (Rede Integração – Uberaba)

Veículo de comunicação: O perfil de @Uberlandia rrsss tá bom, ééééé NTV em Patos de Minas. É o grupo mais sólido da região. Nem a Rede Integração consegue penetrar (ui) na cidade. Parabéns pra galera de lá.

Melhor site regional: O perfil de @Uberlandia rrsss falando sério agora, acredito no potencial do Megaminas (patroa Palmira, te amo, baby!), mas pra ser o melhor tem de ajustar navegabilidade, conteúdo e design. Até lá, abstenho de responder essa.

Melhor revista regional: Nunca fui ligado nas revistas da região, velho. Até o momento não cheguei a apreciar nenhuma, talvez pela falta de tempo, mas gostaria. =D

Empreendedor regional: Fábio Pergher, dono da Start Química que aproveitou bastante a gripe suína e limpou as mãos de muita gente.

Bruno Figueredo diz: Solte o verbo Rafael. O que mais odeia em Uberlândia?

Rafael responde: O fato de estar longe dela. Cidade super, mas foi uma escolha que mostrou o quanto amo meus pais.

Bruno Figueredo diz: O povo de Uberaba odeia Uberlândia?

Ainda existe umas jamantas/mulas/cabras cegas/acéfalos que odeiam, mas é pq os prédios de Uberlândia fazem sombra no quintal alheio, sabe? Só que é uma coisa de nossos antepassados que morderam a nuca de ódio quando viram Uberlândia deslanchar no cenário político.

Bruno Figueredo diz: Qual a matéria mais marcou sua vida.

O Cuteleiro de Martinésia, mas a versão que fiz para o Tudo a Ver para minha Wawasthi (não me abandona) com o apoio do fodástico cinegrafista Giovanni Borges. A versão que fiz para a Band está aqui http://www.youtube.com/watch?v=O8SQJ4ft74g boa tbm, mas por conta do horário apertado, não dava pra contar tudo que queria.

Bruno Figueredo diz: Pretende casar, ter filho, plantar uma árvore e escrever um livro?

Pretendo casar sem dúvida afinal, precisamos lavar as costas de vez em quando, não? Kkkk Sou desejoso para ter meus três filhos (dois meninos, uma menina ou duas meninas ou um menino ou o que vier e a quantidade que for). As árvores foram plantadas e o livro também, dois inclusive (Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo e da pós em Marketing. Falta a muié e os fi, sô.

Na próxima terça-feira você confere a segunda parte da entrevista, inclusive a pergunta sobre o assédio de mulheres na época em que ele balançava a TV no Balanço Geral. E tem uma montagem de foto exclusiva do Willian Bonner do Cerrado.

Solte o verbo agora, e comente a entrevista.

Aguardo você pra jogar comigo, terça-feira.
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