Publicidade brasileira é reconhecida pela população.

Eu sou publicitário e gosto demais da minha profissão e de tudo que a cerca. É uma carreira muito dinâmica, e as coisas mudam numa velocidade inacreditável. Quem pretende trabalhar com comunicação, está prestes a escolher uma carreira que você aprende a todo o momento e será assim por toda a vida. Como em qualquer profissão, no meio publicitário temos aqueles tomates podres que fazem bobeiras por aí e faz o nome da sua profissão ser estampado nas manchetes. Quem não se lembra do publicitário Marcus Valério, envolvido nos mensalões e tantos trambolhos ligados aos nossos políticos.
Fiquei muito feliz em saber dos resultados de um estudo realizado pelo IBOPE Inteligência, isso mesmo, o IBOPE não é apenas a medição de audiência em TV. Apesar de hoje essa palavra ser considerada um verbete e ser sinônimo de pesquisa e audiência, o IBOPE é composto de dois negócios:
1) IBOPE Mídia que é responsável pelas pesquisas de mídia, investimento publicitário e hábitos de consumo, e oferecem subsídios (informações) que atende às necessidades de veículos de comunicação, agências de publicidade e anunciantes.
2) IBOPE Inteligência, que atua em estudos de mercado, de comportamento, marca, de opinião pública e ainda internet, auxiliando as organizações na elaboração de estratégias, nas decisões táticas e nos processos de inovação. Discute em profundidade os temas, oferecendo soluções customizadas e atrativas.
Voltado ao assunto, um estudo do IBOPE Inteligência divulgado esta semana revela que 71% dos entrevistados acreditam que a propaganda melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora e chamativa. Isso significa que os profissionais, agências e também anunciantes tem melhorado, e isso reflete na percepção da população.
O brasileiro é receptivo à propaganda. Direto eu vejo alguém no Twitter comentando sobre uma propaganda, em roda de amigos, na fila do banco e em qualquer lugar que você chegue. Tem sempre alguém falando de propaganda. A pesquisa entitulada “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, foi encomendada pela ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade. O estudo revelou que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.
De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços sempre ou frequentemente. Na percepção dos brasileiros, as principais funções da propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%).  Eles acreditam que ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.
Boa influência e evolução
A pesquisa indica que apenas 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa – 71% dos entrevistados acreditam ainda que ela melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora, mais chamativa e passando a respeitar mais o consumidor. Questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% brasileiros apontam em um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.
O levantamento destaca ainda que o consumidor não se sente indefeso perante a propaganda: apenas 16% acreditam ela estimula a compra do que não é necessário.
Organismos que ajudam a regulamentar a atividade publicitária.
O estudo aponto um desconhecimento grande quanto aos organismos reguladores da atividade – apenas 3% dos entrevistados citaram o Conar e apenas 7% o Procon.
O papel do publicitário
A familiaridade do público com o profissional do setor é boa. Cerca de 42% dos entrevistados responderam corretamente quando indagados sobre o responsável pela atividade, descrito como criativo (54%), inteligente (42%) e talentoso (20%).
A metodologia utilizada na pesquisa.
A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” realizou 2.000 entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.

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Eu sou publicitário e gosto demais da minha profissão e de tudo que a cerca. É uma carreira muito dinâmica, e as coisas mudam numa velocidade inacreditável. Quem pretende trabalhar com comunicação, está prestes a escolher uma carreira que você aprende a todo o momento e será assim por toda a vida. Como em qualquer profissão, no meio publicitário temos aqueles tomates podres que fazem bobeiras por aí e faz o nome da sua profissão ser estampado nas manchetes. Quem não se lembra do publicitário Marcus Valério, envolvido nos mensalões e tantos trambolhos ligados aos nossos políticos.

Fiquei muito feliz em saber dos resultados de um estudo realizado pelo IBOPE Inteligência, isso mesmo, o IBOPE não é apenas a medição de audiência em TV. Apesar de hoje essa palavra ser considerada um verbete e ser sinônimo de pesquisa e audiência, o IBOPE é composto de dois negócios:

1) IBOPE Mídia que é responsável pelas pesquisas de mídia, investimento publicitário e hábitos de consumo, e oferecem subsídios (informações) que atende às necessidades de veículos de comunicação, agências de publicidade e anunciantes.

2) IBOPE Inteligência, que atua em estudos de mercado, de comportamento, marca, de opinião pública e ainda internet, auxiliando as organizações na elaboração de estratégias, nas decisões táticas e nos processos de inovação. Discute em profundidade os temas, oferecendo soluções customizadas e atrativas.

Voltado ao assunto, um estudo do IBOPE Inteligência divulgado esta semana revela que 71% dos entrevistados acreditam que a propaganda melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora e chamativa. Isso significa que os profissionais, agências e também anunciantes tem progredido no decorrer dos anos , e isso reflete na percepção da população. Tem muito chão a ser percorrido, mas não podemos deixar de comemorar essa evolução.

O brasileiro é receptivo à propaganda. Que ótimo!

Direto eu vejo alguém no Twitter comentando sobre uma propaganda, em roda de amigos, na fila do banco e em qualquer lugar que você chegue. Tem sempre alguém falando de propaganda. A pesquisa entitulada “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”, foi encomendada pela ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade. O estudo revelou que 87% do entrevistados revelam gostar da publicidade e 67% consideram que ela tem um importante papel em suas vidas.

De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados declaram estar expostos à propaganda de produtos ou serviços sempre ou frequentemente. Na percepção dos brasileiros, as principais funções da propaganda tem caráter informativo (66%), persuasivo (25%) e econômico (10%).  Eles acreditam que ela atualiza as pessoas (60%), diverte (41%), dá mais escolhas ao consumidor (61%), ajuda a gerar empregos (55%) e contribui para o desenvolvimento econômico (52%). “A pesquisa indica a valorização da propaganda. Ela é tida como positiva pelas pessoas e julgada relevante”, analisa Nelsom Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência. Está vendo? Esse tipo de informação nos motiva(publicitários). Saber que fazemos algo que melhora a vida das pessoas é algo muito legal, a gente proporciona felicidade. Falamos umas mentirinhas para tentar convencer, mas não poderemos generalizar, né?

Boa influência e evolução

A pesquisa do IBOPE indicou que apenas 7% das pessoas consideram a influência da propaganda negativa – 71% dos entrevistados acreditam ainda que ela melhorou nos últimos 5 anos, tornando-se mais inovadora, mais chamativa e passando a respeitar mais o consumidor. Questionados sobre a vida sem a propaganda, 42% brasileiros apontam em um mundo pior: “mais monótono”, “chato” e “perdido”.

O levantamento destaca ainda que o consumidor não se sente indefeso perante a propaganda: apenas 16% acreditam ela estimula a compra do que não é necessário.

Organismos que ajudam a regulamentar a atividade publicitária.

O estudo aponto um desconhecimento grande quanto aos organismos reguladores da atividade – apenas 3% dos entrevistados citaram o Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) e apenas 7% o Procon.

O papel do publicitário

A familiaridade do público com o profissional do setor é boa. Cerca de 42% dos entrevistados responderam corretamente quando indagados sobre o responsável pela atividade, descrito como criativo (54%), inteligente (42%) e talentoso (20%).

A metodologia utilizada na pesquisa.

A pesquisa “Como o brasileiro percebe e avalia a propaganda” realizou 2.000 entrevistas domiciliares entre 24 de outubro e 2 de novembro de 2009. Foram ouvidos homens e mulheres de 16 a 69 anos, das classes ABC, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife e Salvador.

E você, qual a sua percepção sobre a publicidade brasileira? Joganogoogle comigo e deixe a sua opinião.

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Coração e flecha. Tem lógica, meu Brasil?

Início de mês é igualzinho para nós proletariados: receber e pagar. Estava eu, em pleno supermercado na Avenida Rondo Pacheco, me dirigindo para o caixa eletrônico, quando algo pulou ao meus olhos. Veja:

bretas

Não era promoção de Dia dos Namorados, mas o anúncio se referia ao Programa de Relacionamento de um supermercado. Como se não bastasse o coração sangrando com a flechinha, um anjo na extremidade inferior completa a boa ideia.

Em pleno ano de 2010, um supermercado usa tais símbolos na hora de tentar conquistar um cliente. Existe algo que nós profissionais de comunicação estudamos. É a semiótica, ou semiologia para outras linhas de pensamento. O que eu quero traduzir, é que neste estudo, vemos a existência dos signos, o que a minha professora Vanda Albieri deixava bem claro: signo é algo que está no lugar de outra coisa, ou um signo é uma representação. Para representar a conquista de um cliente em pelo ano de 2010, acho que existem outros símbolos mais fortes do um coração e uma flecha. Uma rede respeitada como essa, merece algo muito melhor.

Agora, se uma grande rede de supermercados faz isso com a gente, imagina o que vamos esperar da Mercearia do Sr. João lá no São Jorge 8?

E você, já viu algo parecido? Me conta, ok?

Até a próxima!

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