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	<title>Joga No Google &#187; internet</title>
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	<description>Um blog irreverente para acrescentar algo na sua vida.</description>
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		<title>Fazendinha: o sonho real no mundo virtual.</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 00:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Desde que eu entendo por gente, escuto pessoas dizendo que seu sonho é ter um &#8220;pedacinho&#8221; de terra, uma chácara, um rancho, uma fazenda, fazendinha e por aí vai. Gente que vive na cidade, mas que gosta de se refugiar no campo. Terra no Brasil talvez não seja o problema, mas o que eu vejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/09/fazendinha-co-mbruno-figueredo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1837" title="fazendinha co mbruno figueredo" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/09/fazendinha-co-mbruno-figueredo.jpg" alt="fazendinha co mbruno figueredo" width="553" height="376" /></a></p>
<p>Desde que eu entendo por gente, escuto pessoas dizendo que seu sonho é ter um &#8220;pedacinho&#8221; de terra, uma chácara, um rancho, uma fazenda, fazendinha e por aí vai. Gente que vive na cidade, mas que gosta de se refugiar no campo. Terra no Brasil talvez não seja o problema, mas o que eu vejo é pouca gente com muita terra, e muita gente sequer com um pedaço de terra. Se o problema é social, pode até ser, mas quem ainda não conseguiu comprar o seu &#8220;pedacinho&#8221; de terra na vida real, pode estar fazendo sucesso. Trata-se do fenômeno da Fazendinha, que no Facebook é o FarmVille e no Orkut é o Colheita Feliz. São os chamados games sociais que a cada dia conquistam mais espaço.</p>
<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Farmville-colheita-feliz-games-sociais-no-joga-no-google.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1838" title="Farmville - colheita feliz - games sociais - no joga no google" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Farmville-colheita-feliz-games-sociais-no-joga-no-google.jpg" alt="Farmville - colheita feliz - games sociais - no joga no google" width="449" height="161" /></a></p>
<p>Esta semana a Revista Exame trouxe uma reportagem e pesquisa sobre os Games sociais. Esse segmento deve crescer 60% ao ano até 2012. Só Microsoft, Honda e McDonald&#8217;s devem investir este ano cerca de 220 milhões de dólares. Esse dinheirinho daria para comprar muita fazendinha aqui no Brasil, né?</p>
<p>Um fato muito interessante é que a maioria de quem está se divertindo com a sua fazendinha virtual, talvez nunca pegou no controle de um vídeo-game. O chamado &#8220;jogador social&#8221; é geralmente uma mulher, com idade média de 40 anos, de classe média e que passe 90 minutos por dia cuidando da horta, animais e fazendo da sua fazendinha um lazer que não acontece na vida real. Sim, é 1 hora e meia por dia cuidando da fazendinha. E tem gente gastando dinheiro de verdade nessa brincadeira. O mesmo estudo que apontou o perfil do jogador social, que falei anteriormente, gasta cerca de 25 dólares por mês. A esposa do meu primo está dentro desta estatística. Ele compra moedas verdes pelo Pagseguro.</p>
<p>No mundo já são 50 milhões de pessoas com seus serviços agropecuários virtuais todo dia. Os games sociais atraem 500 milhões de pessoas no mundo, ou seja, 10% deste total está envolvido com suas fazendinhas.</p>
<p>Além da esposa do meu primo Eduardo, outros primos adoram o Colheita Feliz do Orkut. Meu sogro também já tentou ter uma FarmVille, mas desistiu. É assim. Os games sociais são vistos por muitos especialistas como uma evolução do Second Life, que foi um fenômeno que morreu. Acredito no sucesso dos jogos, principalmente porque estão integrados à redes sociais, ou seja, é um anexo interessante.</p>
<p>E no país em que ter uma casa é o sonho da maioria da população, a fazendinha vai continuar sendo um luxo para a maioria, ainda que seja no mundo virtual. Para os que ainda não têm internet, o jeito mesmo é acompanhar &#8220;A Fazenda&#8221; que estreia mais uma temporada no final de setembro na Record.</p>
<p>É fazenda para todos os perfis, gostos, idades e classes sociais, não acha?</p>
<p>E você, o que acha de tudo isso? Já tem um fazendinha, ou já tentou pelo menos ter uma? Jogue seu comentário.</p>
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		<title>Segurança em compras pela internet em matéria da Band.</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cada ano, as compras pela internet aumentam assustadoramente. Preços menores do que das lojas físicas, praticidade, capacidade de pesquisa em pouco tempo e vários outros fatores fazem do comércio eletrônico uma excelente oportunidade para compradores e vendedores.
Só que para aproveitar cada vantagem, é preciso ter muito cuidado. A equipe de reportagem da Band fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano, as compras pela internet aumentam assustadoramente. Preços menores do que das lojas físicas, praticidade, capacidade de pesquisa em pouco tempo e vários outros fatores fazem do comércio eletrônico uma excelente oportunidade para compradores e vendedores.<br />
Só que para aproveitar cada vantagem, é preciso ter muito cuidado. A equipe de reportagem da Band fez uma matéria, e eu dei algumas dicas sobre o assuntos. Vale a pena assistir.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7AtIaIeKdJ4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/7AtIaIeKdJ4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Privacidade na internet é destaque no Jornal Correio.</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet é um território em que a privacidade diminui a cada dia. A jornalista Vanessa Pires fez uma matéria no Jornal Correio de hoje (29/08) e estou lá como personagem dando algumas dicas. Acesse e leia a matéria na íntegra: http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2010/08/29/47304/internet_e_territorio_sem_privacida.html

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é um território em que a privacidade diminui a cada dia. A jornalista Vanessa Pires fez uma matéria no Jornal Correio de hoje (29/08) e estou lá como personagem dando algumas dicas. Acesse e leia a matéria na íntegra: <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2010/08/29/47304/internet_e_territorio_sem_privacida.html">http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2010/08/29/47304/internet_e_territorio_sem_privacida.html</a></p>
<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bruno-Figueredo-no-Jornal-Correio_sobre-privacidade-na-internet.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1799" title="Bruno Figueredo no Jornal Correio_sobre privacidade na internet" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bruno-Figueredo-no-Jornal-Correio_sobre-privacidade-na-internet.png" alt="Bruno Figueredo no Jornal Correio_sobre privacidade na internet" width="494" height="376" /></a></p>
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		<title>Aumenta o número de brasileiros assistindo vídeos na web.</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 00:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relamente o Youtube está com tudo. Para quem não sabe, o Youtube é o segundo site onde mais se fazem buscas no mundo, e olha que o primeirão é o Google, do mesmo grupo.
Uma pesquisa da ComScore, divulgada hoje (27), mostrou que em julho, seis em cada sete usuários brasileiros de internet assistiram a vídeos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relamente o Youtube está com tudo. Para quem não sabe, o Youtube é o segundo site onde mais se fazem buscas no mundo, e olha que o primeirão é o Google, do mesmo grupo.<br />
Uma pesquisa da ComScore, divulgada hoje (27), mostrou que em julho, seis em cada sete usuários brasileiros de internet assistiram a vídeos on-line. São 35 milhões de pessoas paradas em frente o computador assistindo um vídeo, o que representa 85% da população online no Brasil. Seja para ver um vídeo de humor, um lance do jogo de futebol, ou Rodrigo Faro dançando os vídeos se despontam cada vez mais. Em contrapartida, o SBT que comemou 30 anos em agosto, atingiu uma das piores médias/dia no IBOPE, com apenas 3 pontos e poucos. Pensa!<br />
<a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/home-do-youtube-no-joga-nogoogle.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1795" title="home do youtube no joga nogoogle" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/home-do-youtube-no-joga-nogoogle.jpg" alt="home do youtube no joga nogoogle" width="400" height="375" /></a><br />
Agora, preste muita atenção. Esse dado é muito chocante. Cada usuário de internet no Brasil a partir de 6 anos viu nada mais, nada menos do que 93 vídeos no mês de julho. Noventa e três vídeos por mês. É muita coisa.<br />
Só o YouTube teve cerca de 28,3 milhões de espectadores, em segundo lugar, os vídeos hospedados no site da Globo, aqui inclui novelas, seriados, notícias do G1, ficou com 8,5 milhões, seguidos pelos do UOL, com 5 milhões de espectadores únicos.<br />
É muito importante a gente falar, que as classes mais baixas acessam muito o Youtube para ouvir músicas. Nem sempre a pessoa fica assistindo o vídeo, ou seja, entra no Youtube, ouve música e acessa outro conteúdo ao mesmo tempo.<br />
Apesar dos números serem otimistas, eles poderiam ser maiores. Temos que levar em consideração que para assistir vídeo você precisa ter uma banda larga mais veloz, ou vai passar raiva. Se com essa baixa qualidade e velocidade de internet já temos esse número, imagina quando o serviço funcionar como realmente deveria.<br />
Eu atendo clientes, que já destinam verbas para criação e produção de vídeos exclusivamente para internet, e digo que eles estão no caminho certo.<br />
E viva o Youtube e o canais de vídeo na internet que nos livra de ter o compromisso de estar na frente da TV para assistir o programa que passa num horário determinado. Agora cada um faz sua programação e seleciona apenas o que quer ver. Viva a seleção e a sociedade seletiva, viva!</p>
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		<title>Redes sociais viram vitrine no mercado de trabalho.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 01:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Tem horas que paro para pensar como era difícil a vida dos recrutadores e profissionais de RH na hora de contratar uma profissional. Isso, se pensamos  há 20 anos. Computadores eram raros dentro das empresas, o uso do Currículo em papel, aquele feito na máquina de datilografia ou comprado na papelaria e preenchido, era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vitrine-do-mercado-de-trabalho2.JPG"><img class="alignleft size-full wp-image-1770" title="vitrine do mercado de trabalho2" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vitrine-do-mercado-de-trabalho2.JPG" alt="vitrine do mercado de trabalho2" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Tem horas que paro para pensar como era difícil a vida dos recrutadores e profissionais de RH na hora de contratar uma profissional. Isso, se pensamos  há 20 anos. Computadores eram raros dentro das empresas, o uso do Currículo em papel, aquele feito na máquina de datilografia ou comprado na papelaria e preenchido, era muito mais utilizado do que hoje em dia. Eram centenas de currículos, fora as indicações e referências pessoais que eram os maiores endossos, além das experiências profissionais. Quanto maior fosse o tempo de casa, mas fidelidade e comprometimento o funcionário tinha. Se no currículo existissem muitas empresas e um período muito curto entre um emprego ou outro, isso já sinalizava algo de errado.<br />
Em tempos de redes sociais, muitas empresas já partiram para novas metodologias de recrutamento. Não que as regras antigas tenham caído por terra, mas outras práticas surgiram para facilitar a vida dos recrutadores. E quem pensa que essa informação é totalmente um achismo, está pra lá de enganado.<br />
Uma pesquisa realizada pela consultoria Robert Half, e divulgada no início deste mês, mostrou que o Brasil está em primeiro lugar no mundo onde as empresas utilizam as redes sociais para recrutamento de funcionários. O resultado mostra que <strong>21% das empresas brasileiras usam as redes sociais para conhecer melhor o perfil dos candidatos</strong>. Em 13 países foram entrevistados 2.819 executivos.</p>
<p>Um outra pesquisa realizada pela JobVite, uma empresa que especializada em fabricar softwares de recrutamento, foram destacados 3 principais redes sociais: o Twitter, o Facebook e o LinkedIn, como as principais redes consultadas pelos profissionais de RH. Na minha área, que é comunicação, isso é a mais pura realidade. Recebemos currículo já com links para as redes sociais, blogs, portfólios online, o que proporciona um acesso rápido e fácil. Lógico que não dispensamos uma entrevista e um bate papo para sentir um pouco o perfil do profissional. Currículo pode ser lindo, mas a prática mostra realmente quem é o profissional. Quanto mais ferramentas para facilitar a recrutamento, melhor para os profissionais de RH, gestores e caça talentos.  Segundo os empregadores, da pesquisa realizada pela JobVite as redes sociais são uma forma mais rápida e barata no processo de seleção do candidato. Os dados do perfil de cada um deles é checado antes mesmo da entrevista presencial, oferecendo informações úteis sobre eles. Tempo hoje em dia é precioso e caro. Marcar uma entrevista, só depois de dar uma checada nas redes sociais e no Google. Não é tudo, mas mostra um pouco já do candidato.<br />
Então, se você quer ter uma carreira brilhante, ou pelo menos limpinha, dê hoje mesmo uma jogada no Google, insira seu nome e veja o resultado. Aproveite para refletir sobre sua postura nas redes sociais. Se perceber que está descambando, é hora de apertar os cintos, rever seus objetivos e mudar. Falar mal do lugar que você trabalha, do seu chefe, cliente ou até dos seus amigos não passará nenhuma boa impressão para os recrutadores, nem para o mercado. Twitter, Facebook e rede social nenhuma tem a função de descarga. Você é livre para escrever o que quiser, mas pode sofrer consequências não muito agradáveis.<br />
E aí, o que achou deste post? Jogue aí seu comentário. Pode ser que na busca do Google com o seu nome, um bom comentário seu, chame a atenção de um recrutador que está em busca de um profissional que saiba argumentar, escrever bem e convencer.</p>
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		<title>Email perde relevância, mas não vai morrer.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 19:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Essa semana, se comemorou os 15 anos da internet no Brasil. Na década de 90 ter um email era chique e para poucos. A maioria dos serviços de e-mails eram pagos ou vinculados a conta do provedor de acesso à internet, que era discada. Com os serviços gratuitos, a gente foi acumulando número de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="twitter-share-button" href="http://twitter.com/share">Tweet</a><script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"></script> Essa semana, se comemorou os 15 anos da internet no Brasil. Na década de 90 ter um email era chique e para poucos. A maioria dos serviços de e-mails eram pagos ou vinculados a conta do provedor de acesso à internet, que era discada. Com os serviços gratuitos, a gente foi acumulando número de emails. Eu hoje, tenho 3 e-mails, o da empresa, o pessoal e o email que cadastrei só para usar o MSN. O segundo email, é um gmail, que utilizo para acessar Orkut, Google Analycits e demais serviços Google. Embora eu tenha 3 e-mails, o único que utilizo mais, é o da empresa, para fins profissionais. Os outros dois e-mails acesso pouco, aliás, pouquíssimo. Tem dias que não envio um único email pessoal. Eu acredito que as redes sociais, principalmente o Twitter, substituiu muito o email. A gente pode enviar scrap, twitt, um recado no Facebook, e nessa onda, para que usar o email?</p>
<p><img style="float: left; border: 0px initial initial;" title="email no joga no google" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/email.jpg" alt="email no joga no google" width="296" height="284" /><br />
Eu não acredito que o email vá morrer, mas ele perdeu muita relevância nos últimos anos. A função dele basicamente se resume em documentar, assim como antes, fazíamos com fax e correspondências. A comunicação instantânea, rápida e informal, fica por conta do MSN, e das redes sociais.<br />
E nesse universo infinito de informações, a nossa caixa de entrada se transformou numa lata de lixo cheia, e o lixo está transbordando.<br />
Isso não é teoria. No mês de julho, deste ano, 92% dos emails enviados eram SPAM. No mesmo período do ano passado, o percentual era menor, 89%.<br />
As empresas acham que pegar uma base de emails, também conhecida como mailing, e simplesmente disparar algum tipo de comunicação, ela terá sucesso. Isso definitivamente não é uma ação eficaz. Na internet, a gente seleciona o que quer ver, e quando existe interesse por produtos ou serviços de uma determinada empresa, a gente até aceita receber este tipo de comunicação.<br />
O relatório divulgado pela empresa de segurança Symantec mostra que a cada 100 emails enviados, apenas 8 são conteúdos &#8220;limpos&#8221;.<br />
Eu creio que esse número cresça em agosto e setembro, pois estamos em ano eleitoral, em período de campanhas, e muitos são os candidatos que já começaram a disparar emails para as quintas bandas. Não é assim que se faz ações de marketing direto, nem de CRM, nem aqui, nem na lua.<br />
Se a empresa que você trabalha, age desta forma, converse com o responsável pela ação e explique o dano que ele está causando, e o conscientize para mudar de postura. Desta forma, construímos uma internet mais limpa.<br />
Vamos fazer juntos?</p>
<div><span style="color: #0000ee; -webkit-text-decorations-in-effect: underline;"><br />
</span></div>
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		<title>15 anos da internet no Brasil. Parece que foi ontem.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 01:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetEu tenho 24 anos de idade, e 13 anos de internet. Sou dos tempos da internet discada, da América online, dos CDs de 1 mês grátis, 720 horas grátis e por aí vai. Sou dos tempos em que ter a internet era para poucos, e os poucos, acessavam à internet depois da meia noite, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="twitter-share-button" href="http://twitter.com/share">Tweet</a><script src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"></script>Eu tenho 24 anos de idade, e 13 anos de internet. Sou dos tempos da internet discada, da América online, dos CDs de 1 mês grátis, 720 horas grátis e por aí vai. Sou dos tempos em que ter a internet era para poucos, e os poucos, acessavam à internet depois da meia noite, ou no sábado após as 14 horas. Isso mesmo! Afinal, a gente já pagava caro para ter o acesso, e aproveitávamos as vantagens de pagar apenas 1 pulso telefônico. É pulso, tá? E não impulso, como muitos dizem. Parece que foi ontem, mas a internet no Brasil comemora 15 anos. Dos 15, pelo menos 13 eu já estou nela, e sou muito feliz por isso. Passei por todas as etapas da internet no Brasil e me considero o bem-aventurado.</p>
<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/15-anos-da-internet-no-Brasil_2.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1713" title="15 anos da internet no Brasil_2" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/15-anos-da-internet-no-Brasil_2.png" alt="15 anos da internet no Brasil_2" width="344" height="233" /></a></p>
<p>Aconteceu hoje, em São Paulo, um evento promovido pela IAB Brasil com o nome &#8220;15 anos da internet no Brasil&#8221;. Profissionais de diferentes graus participaram do evento, de um Pedro Cabral à uma Tessália. Cada um na sua, e nas devidas proporções.<a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/15-anos-da-internet-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1714" title="15 anos da internet no Brasil" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/15-anos-da-internet-no-Brasil.jpg" alt="15 anos da internet no Brasil" width="551" height="419" /></a></p>
<p>Achei interessante o último painel que já está estampado na home dos principais portais do Brasil. O painel 4 , o das celebridades que ficaram famosas na rede. Em cena, Tessália, Joe Penna, MariMoon, Mauricio Ricardo (Charges.com) e Antonio Tabet (Kibe Loco) falaram de sua trajetória na internet e da democracia que é a internet. O painel, que foi mediado por Antônio Guerreiro, do R7, mostrou com a web é um território que quebra paradigmas a todo momento.</p>
<p>A MariMoon, apresentadora da MTV, contou sobre a sua webvida.  Mari criou um blog em 2003 e se tornou famosa na internet por suas dicas irreverentes de moda e o seu jeito legal de interação com leitores. O sucesso do blog da MariMoon fez com que ela fosse convidada para apresentar um programa na MTV.  Ela contou que não tem fórmula certa para agradar tanta gente, e falou que usa as redes sociais também para ganhar dinheiro, só não contou o valor. Está vendo? A internet revela figuras que talvez, pelos &#8220;olheiros&#8221; poderiam passar despercebidos.</p>
<p>O nosso uberlandense e querido Maurício Ricardo participou do painel e afirmou que não é celebridade. Ele ressaltou que o bom da web é que de Uberlândia, onde mora, ou de qualquer lugar do mundo, &#8220;qualquer usuário do Twitter, ou de um blog, pode se tornar um colunista eletrônico por conta própria. Dá para ter um trabalho reconhecido rapidamente em todo o país e até fora dele&#8221;, finalizou o super Maurício Ricardo.</p>
<p>O caminho antes era surgir no rádio e depois ir para a TV. Hoje, pode ser da internet que vão surgir os futuros astros da TV. E tomara que surjam. A nossa mídia precisa de renovação constante, e eu comemoro demais isso. As mídias se complementam e quem ganha é o público, que tem mais opções para escolher.</p>
<p>E você, conte há quanto tempo está na internet e se já aconteceu alguma coisa legal na sua vida a partir da web. Eu  já arrumei emprego pela internet, me tornei um profissional mais conhecido por meio da rede e estou aqui, no #joga falando com você. É essa democracia que me encanta. Hoje em dia somos vários geradores de conteúdo, pesquisando, estudando e escrevendo para públicos segmentados. Todos ganham e essa relação do ganha-ganha é que faz da web esse ambiente multiplicador e fértil. Conte-me também a sua história.</p>
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		<title>Vício em internet pode levar jovens à depressão.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 12:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vício em internet pode levar jovens à depressão.
Em um post anterior, eu falei que no Brasil cerca de 12% da população conectada tem até 14 anos. Agora, um estudo divulgado ontem (02/08) nos EUA, mas realizado na China mostra que os adolescentes &#8220;viciados&#8221; em internet têm mais que o dobro de chances de sofrer depressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vício em internet pode levar jovens à depressão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em um post anterior, eu falei que no Brasil cerca de 12% da população conectada tem até 14 anos. Agora, um estudo divulgado ontem (02/08) nos EUA, mas realizado na China mostra que os adolescentes &#8220;viciados&#8221; em internet têm mais que o dobro de chances de sofrer depressão do que aqueles que navegam na rede de forma mais controlada.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O estudo foi publicado no Archives of Pedriatic and Adolescent Medicine. A amostra da pesquisa levou em conta 1.041 adolescentes de Guangzhou, no sudeste da China, que preencheram um questionário para identificar se acessavam a internet de forma patológica e se sofriam de ansiedade e depressão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A grande maioria dos adolescentes, mais de 940, utilizava a internet corretamente, mas 62 (6,2%) foram classificados como internautas moderadamente patológicos, e 2 (0,2%) como &#8220;severamente patológicos&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nove meses após a aplicação do questionário, a condição psicológica dos adolescentes voltou a ser avaliada. Os pesquisadores descobriram que os estudantes que usavam a internet descontrolada tinham maior probabilidade de desenvolver uma depressão, do que aqueles que acessavam a rede de maneira moderada. A diferença é muito grande. Os viciados têm duas vezes e meia mais chances de sofrer com depressão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na vida é preciso ter moderação com tudo. A internet é uma ferramenta com infinitas possibilidades, mas é preciso tomar cuidado. As relações humanas presenciais, atividades físicas, momentos com a família, pausas para descanso e vários outros aspectos são indispensáveis para qualquer ser humano. O problema é que os adolescentes, conhecidos como “nativos digitais” não conheceram um mundo sem internet. Fora isto, a maioria dos pais não sabem lidar com essa novidade. Por falta de conhecimento, e por quererem que os filhos fiquem dentro de casa, acham que o computador é a solução. É preciso dialogar com os adolescentes e impor limites, horários e locais para navegar na internet. No próximo post eu vou dar algumas dicas de como os pais podem agir para manter uma boa relação com os filhos e uma navegação saudável na rede.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Até a próxima!</div>
<p>Em um post anterior, eu falei que no Brasil cerca de 12% da população conectada tem até 14 anos. Agora, um estudo divulgado ontem (02/08) nos EUA, mas realizado na China mostra que os adolescentes &#8220;viciados&#8221; em internet têm mais que o dobro de chances de sofrer depressão do que aqueles que navegam na rede de forma mais controlada.</p>
<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Adolescente-na-internet.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1686" title="Adolescente na internet" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Adolescente-na-internet.jpg" alt="Adolescente na internet" width="432" height="288" /></a></p>
<p>O estudo foi publicado no Archives of Pedriatic and Adolescent Medicine. A amostra da pesquisa levou em conta 1.041 adolescentes de Guangzhou, no sudeste da China, que preencheram um questionário para identificar se acessavam a internet de forma patológica e se sofriam de ansiedade e depressão.</p>
<p>A grande maioria dos adolescentes, mais de 940, utilizava a internet corretamente, mas 62 (6,2%) foram classificados como internautas moderadamente patológicos, e 2 (0,2%) como &#8220;severamente patológicos&#8221;.</p>
<p>Nove meses após a aplicação do questionário, a condição psicológica dos adolescentes voltou a ser avaliada. Os pesquisadores descobriram que os estudantes que usavam a internet descontrolada tinham maior probabilidade de desenvolver uma depressão, do que aqueles que acessavam a rede de maneira moderada. A diferença é muito grande. Os viciados têm duas vezes e meia mais chances de sofrer com depressão.</p>
<p>Na vida é preciso ter moderação com tudo. A internet é uma ferramenta com infinitas possibilidades, mas é preciso tomar cuidado. As relações humanas presenciais, atividades físicas, momentos com a família, pausas para descanso e vários outros aspectos são indispensáveis para qualquer ser humano. O problema é que os adolescentes, conhecidos como “nativos digitais” não conheceram um mundo sem internet. Fora isto, a maioria dos pais não sabem lidar com essa novidade. Por falta de conhecimento, e por quererem que os filhos fiquem dentro de casa, acham que o computador é a solução. É preciso dialogar com os adolescentes e impor limites, horários e locais para navegar na internet. No próximo post eu vou dar algumas dicas de como os pais podem agir para manter uma boa relação com os filhos e uma navegação saudável na rede.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>12% de usuários de internet no Brasil tem até 14 anos.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ComScore]]></category>
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Eu achei que esse número pudesse ser até maior. Dados de uma pesquisa da ComScore revelou que no Brasil, 11,9%  da população que acessa a internet tem até 14 anos, ou seja, 4,8 milhões de seres pensantes. As crianças e adolescentes estão cada vez mais vidradas nas telinhas, seja do computador ou do celular. Tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/07/criança-e-adolescentes-no-computador-_-joga-no-google.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1581" title="criança e adolescentes no computador _ joga no google" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/07/criança-e-adolescentes-no-computador-_-joga-no-google.jpg" alt="criança e adolescentes no computador _ joga no google" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Eu achei que esse número pudesse ser até maior. Dados de uma pesquisa da ComScore revelou que no Brasil, 11,9%  da população que acessa a internet tem até 14 anos, ou seja, 4,8 milhões de seres pensantes. As crianças e adolescentes estão cada vez mais vidradas nas telinhas, seja do computador ou do celular. Tenho primos nesta idade, e a galerinha realmente fica por muito tempo conectada. Tem horas que dá até raiva. Por ser uma idade &#8220;sem compromissos&#8221; tem muita coisa legal para fazer, e acredito que eles perdem muito tempo na internet vendo o que não deve, ou vendo a maior parte do tempo, coisas que não agregam.</p>
<p>60% das crianças e adolescentes que acessam internet, passam a maior parte do tempo em sites de relacionamentos, entretenimento (aqui estão sites de vídeo, como Youtube, e até blogs). Vale ressaltar que a pesquisa foi feita apenas com usuários que acessam de cada ou do trabalho. Como essa faixa etária não trabalha, considere apenas acessos provenientes de residências.</p>
<p>25% do tempo passado on-line vai para sites de entretenimento, seguidos por 22% em mensageiros instantâneos (MSN, Gtalk, Skype) e redes sociais, com 15%.</p>
<p>Esses números dizem muito. Para nós o que pode ser apenas um número, para estudiosos do comportamento humano pode demonstrar uma mudança de hábito e consumo de mídias. Para a comScore, é um indicativo e tanto de que atividades amenas e diversão são os condutores predominantes do comportamento on-line de jovens usuários. Então, a velha história de que o adolescente passe a tarde toda estudando é uma história para boi dormir, ou navegar, né?</p>
<p>Para empresas que destinam produtos e serviços para essa faixa etária fica mais uma vez a mensagem. As crianças e adolescentes estão aí na rede, loucas por conteúdos interessantes. Gente que consome, que faz o pai gastar, que influencia as escolhas dos pais. Gente que adora viver em tribos, imitar o outro, massificar gírias, preferências, e que daqui a pouco serão adultos, que estarão no mercado de trabalho, vão ter um cartão de crédito, dominarão os bancos das faculdades. Gente que vai mandar no próprio dinheiro, e passarão para os filhos seus &#8220;novos&#8221; valores. Gente que preza pelo diálogo e que usa o Google antes de comprar um produto. Gente que leva demais em considerações as opiniões de outras pessoas na internet sobre determinada empresa ou serviço. Pense nisso. Em pouco tempo muita coisa pode mudar. Pense nisso mesmo.</p>
<p>E você, o que achou desta pesquisa? Convive com pessoas desta idade que possuem os hábitos apontados pela ComScore? Deixe seu comentário aí.</p>
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		<title>Ler livro no computador, uma história que ainda não dá.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Figueredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
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		<description><![CDATA[Posso ser a partir de agora uma Maria Madalena da vida. Podem querer me apedrejar ou me chamar de louco, mas vou falar de algo que ainda não gosto. É a história de ler livros pelo computador. Acho que nada substitui você deitar na cama ou naquele sofá macio e ler, folhear e viajar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Posso ser a partir de agora uma Maria Madalena da vida. Podem querer me apedrejar ou me chamar de louco, mas vou falar de algo que ainda não gosto. É a história de ler livros pelo computador. Acho que nada substitui você deitar na cama ou naquele sofá macio e ler, folhear e viajar na magia de um livro. Mas não me apedreje ainda, eu vou explicar os motivos.</p>
<p><a href="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/07/homem-deitado-lendo-um-livro-nojoganogoogle.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1573" title="homem-deitado-lendo-um-livro-nojoganogoogle" src="http://www.joganogoogle.com.br/wp-content/uploads/2010/07/homem-deitado-lendo-um-livro-nojoganogoogle.jpg" alt="homem-deitado-lendo-um-livro-nojoganogoogle" width="553" height="415" /></a></p>
<p>Eu acredito que quando uma pessoa está na frente do computador, a luz, as mil possibilidades, o MSN, o Twitter e várias outras coisas não permitem que você se concentre e viaje na leitura de um bom livro, como você o faria se tivesse com o livro em mãos. Nem com essa onda do IPAD eu acredito que os livros serão abortados. Tem gente que é muito radical, principalmente uns palestrantes que vejo por aí e falam que o jornal impresso vai acabar, a revista vai morrer, e por aí vai. Eu acredito que as mídias a cada dia estarão mais convergentes. Pode ser que o jornal impresso precise rever o seu modelo de negócio, mas ele não vai morrer, tão cedo. Você pode ter outro pensamento, mas a TV não matou o rádio, a internet não matou a revista, e o celular não acabou com o computador.  A gente tem uma vida inteira, com 24 horas por dias, vivemos em diferentes lugares, situações, e a cada momento nos alimentamos e precisamos de uma mídia específica. A internet é uma maravilha infinita de informação, mas o livro tem uma magia, uma vibe envolvente, e tem aquele aprendizado legal que você sente-se outra pessoa depois de ler o livro. Estou me referindo à bons livros, e não é qualquer coisa que se acha na prateleira. Eu respeito os gostos, preferências e até aqueles que busquem inspiração em livros de auto-ajuda. Cada um sabe onde o aperta, e faz a leitura como quiser.</p>
<p>Pode ser que as futuras gerações, muito mais preocupadas com a questão ambiental e já nascentes na era tecnológica se adaptem a este tipo de leitura no computador ou no celular. É um questão de tempo, o que você acha?</p>
<p>Então, eu resumo assim. Navego muito na internet. Fico no mínimo 10 horas conectado. Acesso portais, blogs, leio muitos artigos via internet, mas não abandono, nem abandonarei meus livros, fontes de sabedoria e conhecimento, e uma maneira legal de viajar, mesmo sentado num sofá ou jogado na minha cama. E você? Já entrou no modismo de ler livros no computador, IPAD, notebook, ou é da minha tribo, dos que não abrem mão dos livros, e de uma boa leitura (off-line)?</p>
<p>Jogue seu comentário aí. Pode ser que eu seja o único no mundo que ainda não aderiu à este novo comportamento.</p>
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