Novidades aqui.

Estou preparando um upgrade aqui no #joga que vocês vão adorar. O tempo vai passando e surgem outras necessidades, além de muuuuitas sugestões de gente do bem que foram enviadas ou faladas à mim. Isso que é legal. Já que o espaço é nosso, resolvi anunciar que as novidades estão quase chegando, além de entrevistas com gente bacanérrrima que fiz e ainda estou fazendo. O #joga está igual a Chevrolet, Por você, Com você e pra você. Ahahahaha.

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Eu belisquei a Fiorella Mattheis sim! Risos.

Ontem (01/06) aconteceu a entrega do Prêmio Tubal Siqueira, que está em sua quinta edição. Eu e a minha equipe da P interactive levamos o prêmio na categoria internet. É muito bom quando você trabalha com o que gosta. O prêmio é apenas um reconhecimento, pois, o mais importante é prover resultado para o nosso cliente. Mas que ganhar o prêmio dá um tom legal na carreira, isso dá.

bruno figueredo com fiorella mattheis

Quando subi ao palco para receber o prêmio, eu aproveitei para tirar uma foto para a @uberlandia, que em todos os eventos promete beliscar a galera. Dessa vez eu fui beliscar para a @uberlandia nada mais nada menos do que Fiorella Mattheis, a querida apresentadora do Vídeo Show.  Foram ela e Eriberto Leão quem apresentaram o evento, de forma carismática e com uma excelente desenvoltura. Ninguém acredita que eu pedi pra beliscar a loira, e a foto vocês conferem aqui. Aproveite para seguir a Fiorella no Twitter, que na rede social é a @FiMattheis

Depois vou postar os prêmios que a nossa equipe levou, e as peças premiadas. Foi muito bom.

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3 meses de casado. Já?

Como o tempo passa rápido, meu Deus! Hoje eu vou contar um pouco como foi o meu casamento. Foi ao ar livre, numa chácara linda, com uma cerimônia que teve até uma leve chuva e um sol radiante para encerrar com chave de ouro.

Para comemorar os 3 meses, eu vou publicar algumas fotos do casamento. Fotos oficiais, mas que ainda não foram tratadas. Vamos à ficha técnica do casamento, antes que todos comecem a perguntar?

Vestido da noiva: Maristeles Crosara

Sapato: Vanessa Faria

Visual: Rildo Naturalmente

Cerimonial nota mil: Valéria e Danny Abalém (Recomendo d+, a dupla mais dinâmica)

Buffet: Vila Verde (hum…que delícia!)

Fotógrafo: Thiago Mesquista (super criativo, se você quer fotos de casamento que fujam dos clichês, vai no Thiago, galera!)

Cerimônia realizada pelo Pastor Leandro, que também é vereador.

Local: Espaço Green

Vamos as fotos. Estão lindas. Vou publicar algumas, só!

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Entrevista com Victor Barão direto do “Dgusty” no Shopping Park.

bruno figueredo e victor barao

Essa entrevista foi a mais demorada para ser publicada. Isso porque foi a primeira que gravei em áudio, e precisava ouvir tudo e ir digitando. Como a minha vida anda super corrida, eu tive que dar um jeito de fazer isso logo, afinal, a entrevista está muito legal.

E quem vem jogar conosco hoje, é o Victor Barão. Afinal, quem é esse cara?

Atualmente, Victor Barão é apresentador do programa “Plano B” que vai ao ar na TV aberta, pela Band Regional. Ele também é responsável pelo bombado site Scriptease TV, que é um videoblog. Esse figura que adora andar de bermuda por aí, com a cabelo sem pentear, e que tem um estilo super bacana, vai conversar conosco hoje. Eu convido você a saber um pouco mais sobre esse figura, que foi comigo gravar essa entrevista em um lugar muito inusitado, conforme eu havia prometido.

dgusty ok

Hoje teremos uma crítica quanto ao local da entrevista, mas é uma crítica bem humorada. O lugar tão prometido, não é filial, nem ao menos lembra o empreendimento que tem o mesmo nome. Apesar de estar na zona sul, colado no Uberlândia Shopping, e de estar pronto para atender as demandas do Karaíba, Morada da Colina, e Gávea Hill, o Dgusty que eu “encontrei” se diferencia pela simplicidade e bom humor da galera que ali trabalha. Eu achei o máximo o nome e a ousadia, e resolvi jogar aqui para vocês.

Ao chegar no Dgusty do Shopping Park, que fica bem do lado do Castelli Hall, eu e o Barão nos apresentamos e contamos que faríamos a entrevista. O nome da lanchonete de acordo com o proprietário, não faz jus, nem concorrência ao Dgust, que todos conhecemos ali na Rondon Pacheco. Ele disse que se um dia der problema, ele troca o nome, e de forma bem divertidade, até nos ofereceu um pastel tradicional e um mineirinho pra deixar a entrevista mais gostosa.

dgusty 3

Vamos ao bate papo com o Victor Barão direto do Dgusty Shopping Park.

Bruno Figueredo pergunta: Victor Barão, quem é você? Conte um pouco de sua história.

Victor Barão: Nasci em São Paulo, morei em Recife e várias outras cidade, e em outros muitos lugares, mas desde 15 anos estou em Uberlândia. Meu pai é publicitário, e minha mãe é jornalista, ou seja, “eu tenho pedigree”, sou o labrador, rsrsrs. Mas eles nunca me forçaram a ir para a área, até minha mãe queria que eu fosse médico ou engenheiro, mas isso influenciou sim. Meu pai é queridão no mercado, e isso ajudou a abrir portas assim “Ah, você é filho do Amiltão” rsrsrs.

Bruno Figueredo: como você foi parar no mundo da comunicação?

Victor Barão: Eu sempre gostei de câmera cara, sempre quis brincar com câmera, e quando vi o Marcos Mion na MTV, putz, aquilo foi um choque. Eu vi que tinha cara vileno também, eu vi o Mion, e me identifiquei com ele, até o jeitão dele, aquele estilo magrelão, parecia até comigo, no ínicio da carreira, porque hoje em dia ele mudou de estilo. Naquele momento eu falei que era aquilo que eu queria fazer. Então, desde a escola, colegial eu já gostava de fazer vídeos, editar, vídeos tipo do “Hermes e Renato” mas não ia pra frente. Aí o Marco Paulo, que é produtor, teve uma ideia de fazer um programa num quarto, com o nome “1/4″, ele chegou a fazer um piloto com ele mesmo apresentando, mas ele não gostou. Quando o programa recebeu “ok” para ir pro ar, o Marcos Paulo me chamou pra apresentar. No meio de 2007 o programa estreio, e aos poucos o programa ficou muito querido pela galera. O programa pegou, na rua as pessoas me chamavam de 1/4, e foi quando eu vi que o programa era muito mais forte que eu. Muita gente no início criticava porque eu falo enrolado, mas a estrutura do quarto foi muito legal, e não me vi mais fazendo outra coisa.

Bruno Figueredo: Como foi a mudança do canal 15 para a Band Regional? Foi complicado, difícil?

Victor Barão responde: Foi tranquilo, eu não tinha contrato com eles, como hoje em dia não tenho também. A gente só fez um acordo para eu não usar o nome 1/4. Apesar do nome ser nosso, eles pediram para a gente não usar o nome, e que eles também não usariam. Foi legal a gente entrar nesse acordo. Tudo no fio do bigode, é como a galera acha que tem que ser. Eu não gosto de prender ao papel, a burocracia, porque eu nunca sei do dia de amanhã.

Bruno Figueredo: Qual foi a mudança para uma TV aberta?

Victor Barão:  Antes eu ia no shoppping e a galera falava comigo. Hoje em dia no shopping também, mas eu vou na feira, no posto de gasolina, e a galera vem falar comigo. O programa ficou popular como eu sempre quis. Mudou o foco, ficou popular mesmo.

Bruno Figueredo: Qual o objetivo do programa? Existe uma pauta, um script bem definido?

Victor Barão: Existe sim, mas não é engessado, é bem solto. O Daniel Labanca me ajuda na pauta, porque eu tenho um pouco de dificuldade para fazer a pauta, e talz. O objetivo é mostrar o outro lado das pessoas, achar uns figuras. Hoje em dia há preocupação com a audiência, pelo cunho comercial da TV aberta. Muita gente vem pedir para ir no programa, mas hoje em dia precisava de uma seleção. O que eu acho mais legal é levar cultura na TV aberta. Na TV a cabo tem programação interessante, mas na TV aberta é complicado, tem hora que não tem nada, só programa evangélico. Eu quero contribuir com o lado cultural das pessoas. Hoje eu cumpro esse papel, pelo menos tento.

nozes no dgusty

Bruno Figueredo: O horário do programa é legal?

Victor Barão: Risos. Muitos risos. Você é foxxd$sa. É difícil porque eles já tem uma grade, mas é um horário até caro, talvez para o meu público não é muito. Mas o horário de domingo meia noite e meia é melhor para o meu antigo público. Essa questão de horário no canal 15 era melhor porque reprisava em todos os horários, hoje em dia isso não é possível porque é TV aberta, mas tá bom, estou num horário que comercialmente falando é até carinho. Vamos lá!

Bruno Figueredo: Então você é o Marcos Mion do Cerrado?

Victor Barão: Risos. Cara,  eu tento não copiar ele, eu acho até que parece um pouco fisicamente.

Como você vê o Twitter em Uberlândia?

Victor Barão: Cara eu adoro aquilo, é bom demais. O Twitter vai virar  uma central de notícias da galera. Quando teve o apagão em São Paulo, ouvi uns 40 minutos antes de ser falado no Jornal da Globo. Nada pode ser mais dinâmico do que aquilo. O que me atrai é a simplicidade dele.


Bruno Figueredo: Você já twittou no banheiro?

Victor Barão: Do banheiro? Não, não, eu já esperei e depois fui pro computador. Mas quando eu tinha laptop eu achava muito massa. É o maior barato twittar cagando. Tem um amigo meu que faz questão de falar quando tá no Twitter e tá no banheiro.

Bruno Figueredo: Victor daqui a pouco vai virar um bordão isso então, “Tô cagando e twittando”.

Victor: Pois é cara. Vai virar uma tag.

Bruno Figueredo: Como você vê essa mudança: antes, só o jornalista emitia notícia. Tínhamos uma informação unilateral, só os veículos que passavam a informação. Hoje nós temos anônimos gerando conteúdo e dando muito furo de reportagem por aí.

Victor Barão:  Uma coisa foi muito significante disso tudo, foi quando o … passou a CNN em número de seguidores do Twitter. Foi o que ele falou: “uma pessoa pode ser mais forte do que um veículo de comunicação no Twitter”. Pode criar uma coisa vazia, ter muita coisa e não ter ao mesmo tempo nada. Eu vejo gente mandando muitas coisas interessantes no Twitter. Eu mesmo divulgo meu trabalho e muita gente tem acesso à ele. Eu acho genial a democracia dentro da internet. Acabou o monópolio da informação, que era feita por grupos políticos. Hoje em dia com um celular você mesmo faz sua matéria, seu vídeo. Na sua internet você tem vez.

dgusty

Bruno Figueredo: sobre o Scriptease, o que você nos diz?

Victor Barão: é um outro projeto, mais voltado pra área de comunicação, restrito, só voltado pra internet. Ele é da agência Blues.  A ideia foi do Fabiano Nardini e do Victor, e me chamaram para botar a ideia em prática. Eu faço roteiro, entrevisto, edito. Sempre gostei de ver a galera editando, e hoje em dia com o Scriptease eu posso. Já virei várias noites editando, mas só viro noite sabendo que no outro dia vou poder acordar meio dia.

Bruno Figueredo: Você acredita que para ser um profissional de comunicação é importante passar pela faculdade?

Victor Barão: Lógico cara. Tem muitas matérias interessantes. Adoro Semiótica, as escolas de comunicação, e achei incrível o que o Marshall McLuhan falou sobre o meio e a mensagem. Apesar dele não se posicionar, ele foi muito mais de esquerda do que qualquer um outro. Eu sou meio de esquerda, mas eu gosto do Odelmo. Eu acho importante, é legal passar pela faculdade. Se tiver ao oportunidade, vai em frente. Não que para ser jornalista tenha que passar pela faculdade, de maneira nenhuma.

Bruno Figueredo: Por que você não quis fazer Jornalismo na Unitri?

Victor Barão: Ah cara, eu era meio bodado com o Welligton Salgado. Eu não queria dar dinheiro para ele, risos. Nada contra o curso, muita gente fera saiu de lá. Tem os laboratórios, acho massa, mas não quis para mim. Faço na UFU. Meu dinheiro não vai para aquele homem não.

Bruno Figueredo: Falando nisso, a @uberlandia me falou em entrevista que o Welligton Salgado parece o fofão. E você, o que acha?

Victor Barão: Eu também acho, uma vez eu até twittei isso. Falei no Twitter que se abrir ele tem um punhal lá dentro. Risos.  Ele é muito caricato, aquele cabelo dele.

Bruno Figueredo: Você falou que é meio de esquerda. O que acha da postura da “Família Prado”

Victor Barão: Eu converso muito com eles. Eu converso mais com o Wellington. Eu acho que tem que ter oposição. Gosto do Odelmo, mas gosto de ter contrapontos. Eu gosto de gente combativo. Se for pensar tá ficando uma coisa só, o Aécio apoiando Lula. Acho que tem coisas legais que eles fizeram, a questão da CEMIG, as carteirinhas. Eu gostei do jeito esquentadinho para balançar o esquema.

Bruno Figueredo: Você acha que é o Odelmo Leão que twitta?

Victor: Uma vez me falaram que era a mulher dele, a Ana Paula, depois que era a Vanusa nobre. Mas teve uma vez que eu falei no Twitter, e que o Odelmo me ligou. Eu reclamei dos buracos, dos vazios urbanos, e sei que muitos desses terrenos são de pessoas do grupo político dele. Ele disse que está tentando resolver, tentando comprar alguns terrenos. A outra reclamação foi sobre a invasão no Morumbi, perto da estrada do Prata. Daí a Polícia desceu o sarro na galera. Eu liguei primeiro para o Marquinhos Maracanã, que é uma pessoa que admiro. Eu gosto do jeito dele, tem que alertar mesmo, tem coisas que vão acontecendo e a gente deixa acontecer. Daí o Odelmo me ligou e falou que ia analisar o que tinha acontecido, se as polícias estão batendo mesmo na população, e falou que estava tentando combater isso, que tinha entregue casas e que estava construindo muito mais.

É hora de dar nome aos bois. Veja a opinião de Victor Barão!

Qual a melhor TV regional: A TV Integração tem mais padrão. A TV Paranaíba não tem um lettering bonito, mas eles alegam que é padronizado no Brasil todo. Eu prefiro MTV e Band, risos, mesmo o Boris Casoy acabando com os garis. Eu gosto muito do visionarismo da Band, das vinhetas, do esporte, do jornalismo. Regionalmente, o jornalismo da Paranaíba está foda.

Melhor site de notícia regional: Cara eu não uso. O site do Correio já usei algumas mas dá pau na busca, precisa melhorar. Não uso outro, já entrei no Megaminas algumas vezes. Existe demanda nisso cara.

Jornalista que admira: Marquinhos Maracanã. Eu consigo ver qual é a dele. Gosto da Fernanda Viola, mas ela tá amarrada ainda, ela é talentosa mas tá lendo teleprompter. Existem outros bons, mas estão engessados. Prefiro os mais espontâneos. Jornalismo não tem imparcialidade, não existe isso. O jornalista tem que mostrar qual é a dele. Uma TV ou um jornal representa o pensamento de alguém.

Blog de Uberlândia: um dos primeiros, que vi que a galera tava blogando mesmo foi do Gustavo Patrício, o Barril de ideias,  é um pra frentex, fala sobre publicidade, e achei legal mesmo, é bonito, tem design massa. Eu entro no seu blog bastante, vi a entrevista do Rafael Ferreira, e achei muito massa cara.  Aliás, o Rafael é um cara massa, se ele tivesse a liberdade que ele tinha no Balanço, ia ser massa.

Lugar que gosta de sair: O Goma é o melhor point da cidade, tem a galera mais descolada, as melhores bandas, as banda mais descoladas do Brasil vem pra cá. Tem um cara chamado Walber ele falou que o que o Goma é a pupila dilatada do olho do cXX de Uberlândia. Lá é muito louco, pessoas diferentes, o povo tem preconceito, mas é um lugar diferente, é de certa forma alternativo. É um lugar legal, bar legal com música boa e pessoas interessadas em Cultura. Não é aquela coisa rústica. Opção sexual é diferente, tudo liberado, não uso drogas, sou heterossexual, os gays nunca me cantaram lá. Gosto muito do London também, mas o público que tem mais a minha cara é o Goma.

Restaurante: As churrascarias de Uberlândia são muito boas. Uai Tchê não gostei, aquela coisa de pizza com picanha, não curto, não gosto de mistureba.

E na próxima parte da entrevista confira 4 perguntas, que eu nem vou digitar as respostas do Victor Barão. Eu vou colocar é o áudio mesmo, porque ele xinga, manda uns fulanos ir pro saco e muito mais.

Vejas as perguntas: Barão, o que você acha dos motoristas de Uberlândia? O povo de Uberlândia é metido? A sua voz é entupida? Quem é a @uberlandia?

E aí, vai perder? Confira a próxima parte da entrevista sexta-feira aqui no JoganoGoogle!

Ouçam porque vale a pena, a galinha inteira se precisar.

Deixe os comentários, eles são muito importantes para mim e para os entrevistados. É hora de interagir galera! Valeu, e até a próxima.


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Sábado é dia do Bruno Figueredo cozinhar.

Na minha casa é assim, meio de semana a Larissa é que toma conta do cardápio, mas no sábado, no almoço, é a minha vez de mostrar o talento no fogão. Mas quem pensou que isso é um sacrifício para mim, enganou-se 100%. Eu gosto de cozinhar, seja pratos salgados ou guloseimas. Não sou nenhum super cozinheiro como o Marcelo Gussoni  ou a Dani do Cozinha Travessa, mas me aventuro semanalmente.

Para se ter uma ideia, no feriado de Carnaval acordei tão inspirado, que às 10H eu já tinha confeitado 2 bolos. Eram simples, sem muitos segredos, mas ficaram uma delícia. Até postei a notícia no Twitter pro Marcelo Gussoni, que também é publicitário e cozinheiro, e ele me pediu fotos, mas já era tarde, porque os bolos não estavam inteiros mais. Vou fazer um merchan pro Marcel, visitem o blog dele depois, tem sempre uma receita deliciosa e uma boa música para acompanhar. O endereço é SaborSonoro.com.br

Eu na Cozinha do Edu Guedes em outubro 2008.

Eu na Cozinha do Edu Guedes em outubro 2008, quando visitei o Hoje em Dia pela primeira vez.

Voltando ao assunto, ontem, sabadão, eu ataquei de Bruno Guedes dinovo e fiz um rocambole de carne. Ficou excelente, de acordo com o público. Segue abaixo uma foto que tirei. A receita eu não vou dar galera, joga no Google “Rocambole de carne” e você achará 73.500 páginas com receitas deste prato.

Ta aí a proeza de sábado, 20 de fevereiro de 2010.

rocambole

rocambole 2

Tem mais cozinheiro por aí? O que vocês cozinharam nos últimos dias? Joga comigo galera!

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Almoço Twitter 2. Saiba tudo!

E aíííí bloguetes e tuitolinos, como diz Marcos Mion. O nosso Almoço Twitter está chegando e com ele muitas novidades.

Vou contando aos poucos, para ir surpreendendo  positivamente.

A primeira novidade é que desta vez receberemos um número maior de participantes.

O local? De acordo com votação, será no Amaretto mesmo. O próximo, eu já aviso, será em outra cidade, Rio ou São Paulo, e já se programem.

almoço twitter

Dia 6 de fevereiro, a partir das 12 horas espero vocês no Amaretto Restaurante.

Vocês viram que agora temos patrocinadores? Autoscar.com.br é o patrocinador oficial do evento, e irá distribuir camiseta exclusiva do Almoço Twitter, para os primeiros que chegarem, ein? A camiseta está lindaaaa, com a logo do Twitter.

A Multi Imóveis que nos próximos dias lançará seu novo site, com direito a ferramentas de web 2.0, também está com a gente. A Multi está nos apoiando, mas o brinde da Multi eu conto num próximo post.

Os deliciosos picolés Frutos do Cerrado também está conosco. Então já imagine que nossa tarde será refrescante, né? Isso mesmo, teremos picolés para os twitteiros grátis.

A Bichos e Caprichos também acreditou na nossa ideia, e está nos apoiando. Bombons deliciosos esperam por vocês, meus amigos. Não vai nem sobrar para cachorro. Ahahahaha. Um oferecimento da Bichos e Caprichos.

E as novidades não param, tá?

Poderoso, o Almoço Twitter agora tem até Assessoria de Imprensa. As competentes profissionais das Ares Comunicação e Marketing já estão na ativa. Espaço na mídia então está garantido!

Como ajudar também é nosso marca, novamente iremos fazer doação ao Hospital do Câncer. Desta vez, eu peço que levem 1 caixa de Leite ou 1 caixa de Água de côco. As crianças e idosos que entram em tratamento, precisam muito de água de côco para nào se desidratarem. Ajude com o que puder. Deus nos dá muito mais, principalmente saúde.

Atenção! Não tem ingresso, nem passaporte. Cada um paga o que consumir, e lógico que vai rolar um desconto para nós twitteiros.

A super Isa, mas conhecida no Twitter como BarraIsah foi responsável pela linha de comunicação do Almoço Twitter.

Em breve posto mais novidades, novos apoiadores, e promoções exclusivas do Almoço Twitter.

Depois clique na imagem do Almoço Twitter logo acima, para que você veja ela maior. Salve, publique no seu Twitpic, Orkut, Facebook, Flickr, no seu blog também. Ajude na divulgação.

E agora, depois de todas as novidades, você vai no Almoço Twitter 2?  Então, confirme sua presença via comentário neste post com o seu nome e o seu twitter. Vamos já nos conhecendo no Twitter e sábado presencialmente no Amaretto.

Me sigam no Twitter para mais novidades também, clique aqui.

Até sábado galera!

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Eu Vivo uma realidade aumentada.

Na Campus Party, muitos stands estão usando e abusando de Realidade Aumentada. Quem não sabe o que é isso, joga no Google, rsrsrs.

Eu fui conferir no stand da Vivo, mais uma ação utilizando essa realidade cada vez mais presente em eventos e também em campanhas publicitárias.

Assista o vídeo, super amador, pelas mãos do Murilo Martins (que em breve vai jogar no google com a gente). No vídeo, eu e o blogueiro Núbio Gomes (www.qualbotapula.com) tentando mostrar que somos craques. Quem conferir, vai ver que meu talento para futebol, é igual o de Luciana Gimenez para apresentar programas de TV.

Parabéns à Vivo pela ação. Simplesmente, ficou Shooow de bola.

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Campus Party bombando. Dinovo.

entradaMuita gente não sabe sobre a  Campus Party, vou explicar um poucos para vocês. Este evento é considerado o maior em se tratando de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. É um encontro anual que dura 6 dias, e é realizado desde o ano de 1997. A Campus Party reúne milhares de participantes, que podem ser chamados quase de “mochileiros, que com seus notebooks e celulares, se mudam e se reúnem com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências, e discutir o rumo de tudo isso, bem informal. É um evento jovem, de sucesso, e que conquistou a confiança de patrocinadores, apoiadores, imprensa e de seu público.

Eu, como figurinha da internet, não poderia ficar de fora deste acontecimento. A experiência, embora não tenha sido da semana inteira, mas de apenas dois dias, que ficarão marcados, e deixarão muito conhecimento pra vida inteira.

Veja alguns momentos:

Logo na entrada, um impacto da Telefônica para os campuseiros.

o murilo

Meu brother,  Murilo Martins sendo clicado pelo jogador do blog.

stand telefônica

Eu no stand Telefônica, para uma pausa.

intel

Stand da Intel. Muito bonito. Visitem e prestigiem.

entradinha

Painel de entrada para os campus (onde entram somente as pessoas com passaporte)

Vale lembrar que a Campus Party vai até domingo, dia 31 de janeiro, que não tem mais passaporte para venda, mas para quem está em São Paulo, vale a pena passar no Centro de Convenções Imigrantes e visitar a Expo da Campus Party.

Eu volto com novidades.

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SoniaAbraoFacts: O que é isso?

Redes sociais é um dos assuntos que mais gosto de falar. Então bora repercutir o que foi um sucesso no Twitter semana passada.

Muita gente está me perguntando o que é o #SoniaAbraofacts. Assista o vídeo que explica o que aconteceu, a partir de um simples twitt , este aqui: “hoje estou mais feliz do que Sônia Abrão em enterro”. O autor do twitt, Maurício Meirelles (redator do novo programa de Marcos Mion, na Record),  se referiu às matérias sensacionalistas que Sonia Abrao exibe em seu programa na Rede TV, envolvendo principalmente mortes de famosos. A onda de coretos virou febre no site de relacionamentoa, inclusive vários famosos como Luciano Huck, Marco Luque e Marcos Mion entraram no clima. Mas é coisa da semana passada. Nada de twittar sobre isso, porque faz parte do passado.

Veja algumas pérolas do #SoniaAbraoFacts que bombou na semana passada, ou seja, nem adianta repercutir isso mais, tá? Eu postei só pra ajudar os desavisados ou que estão boiando.

1- Sonia Abrao só usava carro à alcool só pra ter o prazer de ver o carro morrer.

2- Quando alguém espirra, Sonia Abrao não diz “saúde”, ela diz “urrrruh”

3- Sonia Abrao é contra a cadeira elétrica, porque ela não tem pena de morte.

4- A Sonia Abrao odeia a esperança, porque ela é a última que morre.

5- A sede e a fome morreram de Sonia Abrao.

6- Dia 2 de novembro é dia de finados, mas para Sonia Abrao é o dia do trabalho.

7- Não adianta mandar a Sonia Abrao calar a boca, porque ela vai dizer: “Atenção! Cala boca já morreu”.

8- A Sonia Abrao mandou um bouquet de cravos para a Hebe com o bilhete: “Estou na torcida”.

9- Sonia Abrao não gosta de Yakut porque tem lactobacilos vivos.

10- O Jason terminou o namoro com a Sonia Abrao, porque sua energia era pesada.

11- É verdade que a Sonia Abrao passou o reveillon em Angra, e depois foi curtir no Haiti?

12- Dom Pedro gritou “independência ou Sonia Abrao?”

13- O programa de Sonia Abrao não é “Aovivo” é “Aos mortos”

14- Agora, presunto é S de Sonia Abrao.

E muitos outros twitts que transformaram uma brincadeira, num sucesso. Mais uma do Twitter que ficou pra contar na história.

Eu já me diverti na pele de um “Facts”, e tirei bom proveito, galera. Se você entra numa rede social, esteja preparado, porque os ventos nem sempre são lindos como os de propaganda de Tinta para cabelo e shampoo. Mas como em toda situação, aproveite os limões e faça uma limonada, uma mussê, decore um quibe, seja criativo, e tente reverter a situação. Como diz minha vó Filomena “Há males que vem para o nosso bem”. Muita gente aqui me conheceu pelo #BrunoFigueredoFacts

E aí, joga comigo e comente esse post. Pode sugerir assuntos para a gente jogar aqui.

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William Bonner do Cerrado – Parte 2 (última).

Muita gente me perguntou porque eu chamei o Rafael Ferreira de William Bonner do Cerrado. Simplesmente porque é o jornalista mais twitteiro que eu conheço, tão ou mais pentelho do que o grande ícone do jornalismo, o dono do perfil @realwbonner.

rafael 1

A entrevista com o Rafael foi pra lá de engraçada. O bate papo que gerou muito burburinho aqui no blog. Eu perguntei ao Rafael sobre o que achou de tudo isso, e ele foi claro ao dizer que “ali na entrevista me fiz a proposta de mostrar o Rafael Kerubas, o cara que formou em jornalismo e achava que ía trabalhar na JovemPan, que namorou quatro anos e hoje está na esbórnia.

Agora você confere a segunda e última parte da entrevista. Solte o verbo e deixe a sua opinião, ela é sua e pronto.

Bruno Figueredo pergunta: Rafael, você acha que temos portais de notícias na região com credibilidade? O que você acha que pode ser melhorado?

Matou todas e quaisquer barreiras que poderia haver. A distância não existe com as conexões via web e o dinamismo foi turbinado ao pé da letra. Ganhamos asas e alçamos vôo rumo ao frenético movimento provocado pelos factuais e a notícia em primeira mão. O lado negativo do processo foi trazer a falta de apuração de informações, pois as redações se tornaram viciadas por textos já produzidos e o famoso Ctrl+C e Ctrl+V poluem as pautas dos repórteres que se esforçam pra trazer material decente à redação.
4) As faculdades conseguem formar o profissional de jornalismo que o mercado busca?
É difícil falar por tantas que existem no mercado, mas gosto de acreditar que haja alguma em algum lugar no mundo que o faça. No Brasil arrisco dizer que não há. Isso se deve a professores que tem medo de formar profissionais que podem tomar-lhes a vaga no mercado, falta de habilidade para lecionar e a doce ilusão de que o aluno não precisa estagiar, trabalhar ou ocupar seu horário vago com atividades voltadas ao jornalismo. Os laboratórios universitários estão cheios de atividades que não chegam perto da realidade do mercado.
5) Qual o conselho você dá para quem pretende seguir carreira jornalística.
Siga @flaviofachel no Twitter, ele tem todas as dicas possíveis. Kkkkkk Na verdade o sol brilha pra todos e o mercado está aí para mostrar o contrário. Não desiste de seus sonhos e acredite que não há nada impossível. Depois de firmar o pensamento na auto ajuda, crie tipo e corra atrás. Vá pentelhar os chefes de redação, os assessores, busque contato com quem é da área. Foi assim que comecei, pois fui numa rádio e fiquei bisbilhotando até o dia que falei ‘é isso aí que eu quero’. Estude e conheça a parte prática da sua profissão, saiba que o jornalismo é como uma rosa. E lembrem-se, rosas são as mais vendidas no mundo e nem os espinhos conseguem tirar sua beleza.
6) Com o fim da exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista, a classe foi banalizada?
A classe jornalística foi banalizada antes de eu pensar em ingressar na universidade, mas voltando à questão atual, essa falta do diploma já é combatida (confere aqui CCJ do Senado aprova exigência de diploma de jornalista http://tinyurl.com/yz8ynkl ) e acredito que deu um belo susto nos diplomados que esqueceram algo tão simples. O conhecimento ninguém toma, se fez faculdade e aprendeu tudo que poderia, é algo da pessoa e nenhuma lei faz isso acabar. E tem mais, empresas como a Rede Integração sempre vão exigir o diploma. O fim da exigência foi até de certo modo higiênico no âmbito educacional, uma vez que uma infinidade de cursos tiveram perda de alunos e nem conseguiram fechar turmas para o ano letivo. Agora é esperar para que haja aumento na qualidade dos cursos que ficaram.
7) Você foi citado na entrevista com a @uberlandia. Como se sentiu?
Rapaz, aquilo me balançou. A danada falou de um jeito muito interessante, pois minha história se confunde muito com o desejo de me tornar referência no jornalismo online da região e a forma com que trabalhei no Balanço. É o fake mais verdadeiro do mundo e eu amo muito, a danada brilha muito no Twitter.
8) Porque você ainda não tem um blog?
Já tive vários blogs. Kkkkk Desde putaria (na adolescência), até de textos, dicas de download e outros que contavam relatos sobre minha vida. Daí veio o Twitter e tudo ficou mais fácil. =D
9) Você adorava ser chamado de “Gatinho” no Balanço Geral. Como está a vida afetiva, solteiro, casado, ficando, em busca, pausado?
Aaaaaah, como não me desmanchar perante os miados produzidos em nossa sonoplastia (Tio Bola um abraço pro senhor!). A galera no estúdio ia à loucura e o telefone sempre tinha alguém pra elogiar minha pessoa. Não sei se viu o dia que ganhei uma caixa de bombons. Foi o ápice do processo, um dia antes de minha saída e @vlemos sabe como foi. Kkkkk A vida pessoal está tranqüila e estou esperando a virada do ano pra ver como fica. Kkkk
10) Se tivesse que escolher um final de semana, preferia passar com o Willian Bonner ou com a Ana Hickmann?
Aaaaaaaaaaaah, aí foi foda, hein danado? Não dispensaria Bonner devido ao fato de ser um dos maiores comunicadores do País, mas trocar experiência com a Aninha seria fabuloso, hein? Gosto do jeitão dela, mas #possofalá? Negaria as duas opções se tivesse dado para mim a opção de passar o fim de semana com Milena Machado, aaaaah.

Rafael: Ah sem dúvida, temos ótimos portais, com boas notícias e com conteúdo que pode ser considerado relevante. Se pegarmos, por exemplo, o Megaminas e analisarmos o conteúdo dele será possível encontrar mais erros no Terra (que é gigantesco). Precisamos melhorar a condição de trabalho. Os grandes, médios e pequenos empresários acreditam que uma redação de jornalismo na web seja feita com três pessoas, uma banana, alguns clipes e um pedaço de papel. Receita MacGyver? Sem dúvida, pois tem gente que faz das tripas o coração para conseguir colocar conteúdo no ar. Contudo, é uma via de dois sentidos: o jornalista aceita o papel de ‘faz tudo’ e a empresa paga o que quer por isso, daí se a pessoa não se sujeita ao fato, tem uns 20 que topam.

Bruno Figueredo: O que a internet fez com o jornalismo tradicional?

Rafael: Matou todas e quaisquer barreiras que poderia haver. A distância não existe com as conexões via web e o dinamismo foi turbinado ao pé da letra. Ganhamos asas e alçamos vôo rumo ao frenético movimento provocado pelos factuais e a notícia em primeira mão. O lado negativo do processo foi trazer a falta de apuração de informações, pois as redações se tornaram viciadas por textos já produzidos e o famoso Ctrl+C e Ctrl+V poluem as pautas dos repórteres que se esforçam pra trazer material decente à redação.

Bruno Figueredo pergunta:  As faculdades conseguem formar o profissional de jornalismo que o mercado busca?

Rafael: É difícil falar por tantas que existem no mercado, mas gosto de acreditar que haja alguma em algum lugar no mundo que o faça. No Brasil arrisco dizer que não há. Isso se deve a professores que tem medo de formar profissionais que podem tomar-lhes a vaga no mercado, falta de habilidade para lecionar e a doce ilusão de que o aluno não precisa estagiar, trabalhar ou ocupar seu horário vago com atividades voltadas ao jornalismo. Os laboratórios universitários estão cheios de atividades que não chegam perto da realidade do mercado.

rafael 2

Bruno Figueredo: Qual o conselho você dá para quem pretende seguir carreira jornalística.

Rafael: Siga @flaviofachel no Twitter, ele tem todas as dicas possíveis. Kkkkkk Na verdade o sol brilha pra todos e o mercado está aí para mostrar o contrário. Não desiste de seus sonhos e acredite que não há nada impossível. Depois de firmar o pensamento na auto ajuda, crie tipo e corra atrás. Vá pentelhar os chefes de redação, os assessores, busque contato com quem é da área. Foi assim que comecei, pois fui numa rádio e fiquei bisbilhotando até o dia que falei ‘é isso aí que eu quero’. Estude e conheça a parte prática da sua profissão, saiba que o jornalismo é como uma rosa. E lembrem-se, rosas são as mais vendidas no mundo e nem os espinhos conseguem tirar sua beleza.

Bruno Figueredo: Com o fim da exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista, a classe foi banalizada?

Rafael: A classe jornalística foi banalizada antes de eu pensar em ingressar na universidade, mas voltando à questão atual, essa falta do diploma já é combatida (confere aqui CCJ do Senado aprova exigência de diploma de jornalista http://tinyurl.com/yz8ynkl ) e acredito que deu um belo susto nos diplomados que esqueceram algo tão simples. O conhecimento ninguém toma, se fez faculdade e aprendeu tudo que poderia, é algo da pessoa e nenhuma lei faz isso acabar. E tem mais, empresas como a Rede Integração sempre vão exigir o diploma. O fim da exigência foi até de certo modo higiênico no âmbito educacional, uma vez que uma infinidade de cursos tiveram perda de alunos e nem conseguiram fechar turmas para o ano letivo. Agora é esperar para que haja aumento na qualidade dos cursos que ficaram.

Bruno Figueredo: Rafael, você foi citado na entrevista com a @uberlandia. Como se sentiu?

Rafael: Rapaz, aquilo me balançou. A danada falou de um jeito muito interessante, pois minha história se confunde muito com o desejo de me tornar referência no jornalismo online da região e a forma com que trabalhei no Balanço. É o fake mais verdadeiro do mundo e eu amo muito, a danada brilha muito no Twitter.

Bruno Figueredo: Por que você ainda não tem um blog?

Rafael: Já tive vários blogs. Kkkkk Desde putaria (na adolescência), até de textos, dicas de download e outros que contavam relatos sobre minha vida. Daí veio o Twitter e tudo ficou mais fácil. =D

rafael 3

Rafael participou do Almoço Twitter e entrou na campanha #VoltaUberlandia

Bruno Figueredo: Você adorava ser chamado de “Gatinho” no Balanço Geral. Como está a vida afetiva, solteiro, casado, ficando, em busca, pausado?

Rafael: Aaaaaah, como não me desmanchar perante os miados produzidos em nossa sonoplastia (Tio Bola um abraço pro senhor!). A galera no estúdio ia à loucura e o telefone sempre tinha alguém pra elogiar minha pessoa. Não sei se viu o dia que ganhei uma caixa de bombons. Foi o ápice do processo, um dia antes de minha saída e @vlemos sabe como foi. Kkkkk A vida pessoal está tranqüila e estou esperando a virada do ano pra ver como fica. Kkkk

Bruno Figueredo: Se tivesse que escolher um final de semana, preferia passar com o Willian Bonner ou com a Ana Hickmann?

Rafael: Aaaaaaaaaaaah, aí foi foda, hein danado? Não dispensaria Bonner devido ao fato de ser um dos maiores comunicadores do País, mas trocar experiência com a Aninha seria fabuloso, hein? Gosto do jeitão dela, mas #possofalá? Negaria as duas opções se tivesse dado para mim a opção de passar o fim de semana com Milena Machado, aaaaah.

Bruno: Rafael, para finalizar: Quem você joga no Google?

Rafael diz:  a melhor expressão de todas, se fosse no cotidiano seria a playboy da Helen Roche, mas como sendo uma pessoa de nosso convívio, do cotidiano, eu jogo a Wasthi Lauers, o docinho de coco da Paranaíba!

Bruno: Rafael, foi super legal a gente conhecer outro lado, do Rafael como pessoa, e não somente como jornalista. Tenho certeza de que muita gente também gostou. Agradecemos sua atenção, de verdade.

E você, o que achou da entrevista? Solte o verbo e deixe o seu comentário, que é seu, sempre!

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