Entrevista com Victor Barão direto do “Dgusty” no Shopping Park.

bruno figueredo e victor barao

Essa entrevista foi a mais demorada para ser publicada. Isso porque foi a primeira que gravei em áudio, e precisava ouvir tudo e ir digitando. Como a minha vida anda super corrida, eu tive que dar um jeito de fazer isso logo, afinal, a entrevista está muito legal.

E quem vem jogar conosco hoje, é o Victor Barão. Afinal, quem é esse cara?

Atualmente, Victor Barão é apresentador do programa “Plano B” que vai ao ar na TV aberta, pela Band Regional. Ele também é responsável pelo bombado site Scriptease TV, que é um videoblog. Esse figura que adora andar de bermuda por aí, com a cabelo sem pentear, e que tem um estilo super bacana, vai conversar conosco hoje. Eu convido você a saber um pouco mais sobre esse figura, que foi comigo gravar essa entrevista em um lugar muito inusitado, conforme eu havia prometido.

dgusty ok

Hoje teremos uma crítica quanto ao local da entrevista, mas é uma crítica bem humorada. O lugar tão prometido, não é filial, nem ao menos lembra o empreendimento que tem o mesmo nome. Apesar de estar na zona sul, colado no Uberlândia Shopping, e de estar pronto para atender as demandas do Karaíba, Morada da Colina, e Gávea Hill, o Dgusty que eu “encontrei” se diferencia pela simplicidade e bom humor da galera que ali trabalha. Eu achei o máximo o nome e a ousadia, e resolvi jogar aqui para vocês.

Ao chegar no Dgusty do Shopping Park, que fica bem do lado do Castelli Hall, eu e o Barão nos apresentamos e contamos que faríamos a entrevista. O nome da lanchonete de acordo com o proprietário, não faz jus, nem concorrência ao Dgust, que todos conhecemos ali na Rondon Pacheco. Ele disse que se um dia der problema, ele troca o nome, e de forma bem divertidade, até nos ofereceu um pastel tradicional e um mineirinho pra deixar a entrevista mais gostosa.

dgusty 3

Vamos ao bate papo com o Victor Barão direto do Dgusty Shopping Park.

Bruno Figueredo pergunta: Victor Barão, quem é você? Conte um pouco de sua história.

Victor Barão: Nasci em São Paulo, morei em Recife e várias outras cidade, e em outros muitos lugares, mas desde 15 anos estou em Uberlândia. Meu pai é publicitário, e minha mãe é jornalista, ou seja, “eu tenho pedigree”, sou o labrador, rsrsrs. Mas eles nunca me forçaram a ir para a área, até minha mãe queria que eu fosse médico ou engenheiro, mas isso influenciou sim. Meu pai é queridão no mercado, e isso ajudou a abrir portas assim “Ah, você é filho do Amiltão” rsrsrs.

Bruno Figueredo: como você foi parar no mundo da comunicação?

Victor Barão: Eu sempre gostei de câmera cara, sempre quis brincar com câmera, e quando vi o Marcos Mion na MTV, putz, aquilo foi um choque. Eu vi que tinha cara vileno também, eu vi o Mion, e me identifiquei com ele, até o jeitão dele, aquele estilo magrelão, parecia até comigo, no ínicio da carreira, porque hoje em dia ele mudou de estilo. Naquele momento eu falei que era aquilo que eu queria fazer. Então, desde a escola, colegial eu já gostava de fazer vídeos, editar, vídeos tipo do “Hermes e Renato” mas não ia pra frente. Aí o Marco Paulo, que é produtor, teve uma ideia de fazer um programa num quarto, com o nome “1/4″, ele chegou a fazer um piloto com ele mesmo apresentando, mas ele não gostou. Quando o programa recebeu “ok” para ir pro ar, o Marcos Paulo me chamou pra apresentar. No meio de 2007 o programa estreio, e aos poucos o programa ficou muito querido pela galera. O programa pegou, na rua as pessoas me chamavam de 1/4, e foi quando eu vi que o programa era muito mais forte que eu. Muita gente no início criticava porque eu falo enrolado, mas a estrutura do quarto foi muito legal, e não me vi mais fazendo outra coisa.

Bruno Figueredo: Como foi a mudança do canal 15 para a Band Regional? Foi complicado, difícil?

Victor Barão responde: Foi tranquilo, eu não tinha contrato com eles, como hoje em dia não tenho também. A gente só fez um acordo para eu não usar o nome 1/4. Apesar do nome ser nosso, eles pediram para a gente não usar o nome, e que eles também não usariam. Foi legal a gente entrar nesse acordo. Tudo no fio do bigode, é como a galera acha que tem que ser. Eu não gosto de prender ao papel, a burocracia, porque eu nunca sei do dia de amanhã.

Bruno Figueredo: Qual foi a mudança para uma TV aberta?

Victor Barão:  Antes eu ia no shoppping e a galera falava comigo. Hoje em dia no shopping também, mas eu vou na feira, no posto de gasolina, e a galera vem falar comigo. O programa ficou popular como eu sempre quis. Mudou o foco, ficou popular mesmo.

Bruno Figueredo: Qual o objetivo do programa? Existe uma pauta, um script bem definido?

Victor Barão: Existe sim, mas não é engessado, é bem solto. O Daniel Labanca me ajuda na pauta, porque eu tenho um pouco de dificuldade para fazer a pauta, e talz. O objetivo é mostrar o outro lado das pessoas, achar uns figuras. Hoje em dia há preocupação com a audiência, pelo cunho comercial da TV aberta. Muita gente vem pedir para ir no programa, mas hoje em dia precisava de uma seleção. O que eu acho mais legal é levar cultura na TV aberta. Na TV a cabo tem programação interessante, mas na TV aberta é complicado, tem hora que não tem nada, só programa evangélico. Eu quero contribuir com o lado cultural das pessoas. Hoje eu cumpro esse papel, pelo menos tento.

nozes no dgusty

Bruno Figueredo: O horário do programa é legal?

Victor Barão: Risos. Muitos risos. Você é foxxd$sa. É difícil porque eles já tem uma grade, mas é um horário até caro, talvez para o meu público não é muito. Mas o horário de domingo meia noite e meia é melhor para o meu antigo público. Essa questão de horário no canal 15 era melhor porque reprisava em todos os horários, hoje em dia isso não é possível porque é TV aberta, mas tá bom, estou num horário que comercialmente falando é até carinho. Vamos lá!

Bruno Figueredo: Então você é o Marcos Mion do Cerrado?

Victor Barão: Risos. Cara,  eu tento não copiar ele, eu acho até que parece um pouco fisicamente.

Como você vê o Twitter em Uberlândia?

Victor Barão: Cara eu adoro aquilo, é bom demais. O Twitter vai virar  uma central de notícias da galera. Quando teve o apagão em São Paulo, ouvi uns 40 minutos antes de ser falado no Jornal da Globo. Nada pode ser mais dinâmico do que aquilo. O que me atrai é a simplicidade dele.


Bruno Figueredo: Você já twittou no banheiro?

Victor Barão: Do banheiro? Não, não, eu já esperei e depois fui pro computador. Mas quando eu tinha laptop eu achava muito massa. É o maior barato twittar cagando. Tem um amigo meu que faz questão de falar quando tá no Twitter e tá no banheiro.

Bruno Figueredo: Victor daqui a pouco vai virar um bordão isso então, “Tô cagando e twittando”.

Victor: Pois é cara. Vai virar uma tag.

Bruno Figueredo: Como você vê essa mudança: antes, só o jornalista emitia notícia. Tínhamos uma informação unilateral, só os veículos que passavam a informação. Hoje nós temos anônimos gerando conteúdo e dando muito furo de reportagem por aí.

Victor Barão:  Uma coisa foi muito significante disso tudo, foi quando o … passou a CNN em número de seguidores do Twitter. Foi o que ele falou: “uma pessoa pode ser mais forte do que um veículo de comunicação no Twitter”. Pode criar uma coisa vazia, ter muita coisa e não ter ao mesmo tempo nada. Eu vejo gente mandando muitas coisas interessantes no Twitter. Eu mesmo divulgo meu trabalho e muita gente tem acesso à ele. Eu acho genial a democracia dentro da internet. Acabou o monópolio da informação, que era feita por grupos políticos. Hoje em dia com um celular você mesmo faz sua matéria, seu vídeo. Na sua internet você tem vez.

dgusty

Bruno Figueredo: sobre o Scriptease, o que você nos diz?

Victor Barão: é um outro projeto, mais voltado pra área de comunicação, restrito, só voltado pra internet. Ele é da agência Blues.  A ideia foi do Fabiano Nardini e do Victor, e me chamaram para botar a ideia em prática. Eu faço roteiro, entrevisto, edito. Sempre gostei de ver a galera editando, e hoje em dia com o Scriptease eu posso. Já virei várias noites editando, mas só viro noite sabendo que no outro dia vou poder acordar meio dia.

Bruno Figueredo: Você acredita que para ser um profissional de comunicação é importante passar pela faculdade?

Victor Barão: Lógico cara. Tem muitas matérias interessantes. Adoro Semiótica, as escolas de comunicação, e achei incrível o que o Marshall McLuhan falou sobre o meio e a mensagem. Apesar dele não se posicionar, ele foi muito mais de esquerda do que qualquer um outro. Eu sou meio de esquerda, mas eu gosto do Odelmo. Eu acho importante, é legal passar pela faculdade. Se tiver ao oportunidade, vai em frente. Não que para ser jornalista tenha que passar pela faculdade, de maneira nenhuma.

Bruno Figueredo: Por que você não quis fazer Jornalismo na Unitri?

Victor Barão: Ah cara, eu era meio bodado com o Welligton Salgado. Eu não queria dar dinheiro para ele, risos. Nada contra o curso, muita gente fera saiu de lá. Tem os laboratórios, acho massa, mas não quis para mim. Faço na UFU. Meu dinheiro não vai para aquele homem não.

Bruno Figueredo: Falando nisso, a @uberlandia me falou em entrevista que o Welligton Salgado parece o fofão. E você, o que acha?

Victor Barão: Eu também acho, uma vez eu até twittei isso. Falei no Twitter que se abrir ele tem um punhal lá dentro. Risos.  Ele é muito caricato, aquele cabelo dele.

Bruno Figueredo: Você falou que é meio de esquerda. O que acha da postura da “Família Prado”

Victor Barão: Eu converso muito com eles. Eu converso mais com o Wellington. Eu acho que tem que ter oposição. Gosto do Odelmo, mas gosto de ter contrapontos. Eu gosto de gente combativo. Se for pensar tá ficando uma coisa só, o Aécio apoiando Lula. Acho que tem coisas legais que eles fizeram, a questão da CEMIG, as carteirinhas. Eu gostei do jeito esquentadinho para balançar o esquema.

Bruno Figueredo: Você acha que é o Odelmo Leão que twitta?

Victor: Uma vez me falaram que era a mulher dele, a Ana Paula, depois que era a Vanusa nobre. Mas teve uma vez que eu falei no Twitter, e que o Odelmo me ligou. Eu reclamei dos buracos, dos vazios urbanos, e sei que muitos desses terrenos são de pessoas do grupo político dele. Ele disse que está tentando resolver, tentando comprar alguns terrenos. A outra reclamação foi sobre a invasão no Morumbi, perto da estrada do Prata. Daí a Polícia desceu o sarro na galera. Eu liguei primeiro para o Marquinhos Maracanã, que é uma pessoa que admiro. Eu gosto do jeito dele, tem que alertar mesmo, tem coisas que vão acontecendo e a gente deixa acontecer. Daí o Odelmo me ligou e falou que ia analisar o que tinha acontecido, se as polícias estão batendo mesmo na população, e falou que estava tentando combater isso, que tinha entregue casas e que estava construindo muito mais.

É hora de dar nome aos bois. Veja a opinião de Victor Barão!

Qual a melhor TV regional: A TV Integração tem mais padrão. A TV Paranaíba não tem um lettering bonito, mas eles alegam que é padronizado no Brasil todo. Eu prefiro MTV e Band, risos, mesmo o Boris Casoy acabando com os garis. Eu gosto muito do visionarismo da Band, das vinhetas, do esporte, do jornalismo. Regionalmente, o jornalismo da Paranaíba está foda.

Melhor site de notícia regional: Cara eu não uso. O site do Correio já usei algumas mas dá pau na busca, precisa melhorar. Não uso outro, já entrei no Megaminas algumas vezes. Existe demanda nisso cara.

Jornalista que admira: Marquinhos Maracanã. Eu consigo ver qual é a dele. Gosto da Fernanda Viola, mas ela tá amarrada ainda, ela é talentosa mas tá lendo teleprompter. Existem outros bons, mas estão engessados. Prefiro os mais espontâneos. Jornalismo não tem imparcialidade, não existe isso. O jornalista tem que mostrar qual é a dele. Uma TV ou um jornal representa o pensamento de alguém.

Blog de Uberlândia: um dos primeiros, que vi que a galera tava blogando mesmo foi do Gustavo Patrício, o Barril de ideias,  é um pra frentex, fala sobre publicidade, e achei legal mesmo, é bonito, tem design massa. Eu entro no seu blog bastante, vi a entrevista do Rafael Ferreira, e achei muito massa cara.  Aliás, o Rafael é um cara massa, se ele tivesse a liberdade que ele tinha no Balanço, ia ser massa.

Lugar que gosta de sair: O Goma é o melhor point da cidade, tem a galera mais descolada, as melhores bandas, as banda mais descoladas do Brasil vem pra cá. Tem um cara chamado Walber ele falou que o que o Goma é a pupila dilatada do olho do cXX de Uberlândia. Lá é muito louco, pessoas diferentes, o povo tem preconceito, mas é um lugar diferente, é de certa forma alternativo. É um lugar legal, bar legal com música boa e pessoas interessadas em Cultura. Não é aquela coisa rústica. Opção sexual é diferente, tudo liberado, não uso drogas, sou heterossexual, os gays nunca me cantaram lá. Gosto muito do London também, mas o público que tem mais a minha cara é o Goma.

Restaurante: As churrascarias de Uberlândia são muito boas. Uai Tchê não gostei, aquela coisa de pizza com picanha, não curto, não gosto de mistureba.

E na próxima parte da entrevista confira 4 perguntas, que eu nem vou digitar as respostas do Victor Barão. Eu vou colocar é o áudio mesmo, porque ele xinga, manda uns fulanos ir pro saco e muito mais.

Vejas as perguntas: Barão, o que você acha dos motoristas de Uberlândia? O povo de Uberlândia é metido? A sua voz é entupida? Quem é a @uberlandia?

E aí, vai perder? Confira a próxima parte da entrevista sexta-feira aqui no JoganoGoogle!

Ouçam porque vale a pena, a galinha inteira se precisar.

Deixe os comentários, eles são muito importantes para mim e para os entrevistados. É hora de interagir galera! Valeu, e até a próxima.


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William Bonner do Cerrado – Parte 2 (última).

Muita gente me perguntou porque eu chamei o Rafael Ferreira de William Bonner do Cerrado. Simplesmente porque é o jornalista mais twitteiro que eu conheço, tão ou mais pentelho do que o grande ícone do jornalismo, o dono do perfil @realwbonner.

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A entrevista com o Rafael foi pra lá de engraçada. O bate papo que gerou muito burburinho aqui no blog. Eu perguntei ao Rafael sobre o que achou de tudo isso, e ele foi claro ao dizer que “ali na entrevista me fiz a proposta de mostrar o Rafael Kerubas, o cara que formou em jornalismo e achava que ía trabalhar na JovemPan, que namorou quatro anos e hoje está na esbórnia.

Agora você confere a segunda e última parte da entrevista. Solte o verbo e deixe a sua opinião, ela é sua e pronto.

Bruno Figueredo pergunta: Rafael, você acha que temos portais de notícias na região com credibilidade? O que você acha que pode ser melhorado?

Matou todas e quaisquer barreiras que poderia haver. A distância não existe com as conexões via web e o dinamismo foi turbinado ao pé da letra. Ganhamos asas e alçamos vôo rumo ao frenético movimento provocado pelos factuais e a notícia em primeira mão. O lado negativo do processo foi trazer a falta de apuração de informações, pois as redações se tornaram viciadas por textos já produzidos e o famoso Ctrl+C e Ctrl+V poluem as pautas dos repórteres que se esforçam pra trazer material decente à redação.
4) As faculdades conseguem formar o profissional de jornalismo que o mercado busca?
É difícil falar por tantas que existem no mercado, mas gosto de acreditar que haja alguma em algum lugar no mundo que o faça. No Brasil arrisco dizer que não há. Isso se deve a professores que tem medo de formar profissionais que podem tomar-lhes a vaga no mercado, falta de habilidade para lecionar e a doce ilusão de que o aluno não precisa estagiar, trabalhar ou ocupar seu horário vago com atividades voltadas ao jornalismo. Os laboratórios universitários estão cheios de atividades que não chegam perto da realidade do mercado.
5) Qual o conselho você dá para quem pretende seguir carreira jornalística.
Siga @flaviofachel no Twitter, ele tem todas as dicas possíveis. Kkkkkk Na verdade o sol brilha pra todos e o mercado está aí para mostrar o contrário. Não desiste de seus sonhos e acredite que não há nada impossível. Depois de firmar o pensamento na auto ajuda, crie tipo e corra atrás. Vá pentelhar os chefes de redação, os assessores, busque contato com quem é da área. Foi assim que comecei, pois fui numa rádio e fiquei bisbilhotando até o dia que falei ‘é isso aí que eu quero’. Estude e conheça a parte prática da sua profissão, saiba que o jornalismo é como uma rosa. E lembrem-se, rosas são as mais vendidas no mundo e nem os espinhos conseguem tirar sua beleza.
6) Com o fim da exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista, a classe foi banalizada?
A classe jornalística foi banalizada antes de eu pensar em ingressar na universidade, mas voltando à questão atual, essa falta do diploma já é combatida (confere aqui CCJ do Senado aprova exigência de diploma de jornalista http://tinyurl.com/yz8ynkl ) e acredito que deu um belo susto nos diplomados que esqueceram algo tão simples. O conhecimento ninguém toma, se fez faculdade e aprendeu tudo que poderia, é algo da pessoa e nenhuma lei faz isso acabar. E tem mais, empresas como a Rede Integração sempre vão exigir o diploma. O fim da exigência foi até de certo modo higiênico no âmbito educacional, uma vez que uma infinidade de cursos tiveram perda de alunos e nem conseguiram fechar turmas para o ano letivo. Agora é esperar para que haja aumento na qualidade dos cursos que ficaram.
7) Você foi citado na entrevista com a @uberlandia. Como se sentiu?
Rapaz, aquilo me balançou. A danada falou de um jeito muito interessante, pois minha história se confunde muito com o desejo de me tornar referência no jornalismo online da região e a forma com que trabalhei no Balanço. É o fake mais verdadeiro do mundo e eu amo muito, a danada brilha muito no Twitter.
8) Porque você ainda não tem um blog?
Já tive vários blogs. Kkkkk Desde putaria (na adolescência), até de textos, dicas de download e outros que contavam relatos sobre minha vida. Daí veio o Twitter e tudo ficou mais fácil. =D
9) Você adorava ser chamado de “Gatinho” no Balanço Geral. Como está a vida afetiva, solteiro, casado, ficando, em busca, pausado?
Aaaaaah, como não me desmanchar perante os miados produzidos em nossa sonoplastia (Tio Bola um abraço pro senhor!). A galera no estúdio ia à loucura e o telefone sempre tinha alguém pra elogiar minha pessoa. Não sei se viu o dia que ganhei uma caixa de bombons. Foi o ápice do processo, um dia antes de minha saída e @vlemos sabe como foi. Kkkkk A vida pessoal está tranqüila e estou esperando a virada do ano pra ver como fica. Kkkk
10) Se tivesse que escolher um final de semana, preferia passar com o Willian Bonner ou com a Ana Hickmann?
Aaaaaaaaaaaah, aí foi foda, hein danado? Não dispensaria Bonner devido ao fato de ser um dos maiores comunicadores do País, mas trocar experiência com a Aninha seria fabuloso, hein? Gosto do jeitão dela, mas #possofalá? Negaria as duas opções se tivesse dado para mim a opção de passar o fim de semana com Milena Machado, aaaaah.

Rafael: Ah sem dúvida, temos ótimos portais, com boas notícias e com conteúdo que pode ser considerado relevante. Se pegarmos, por exemplo, o Megaminas e analisarmos o conteúdo dele será possível encontrar mais erros no Terra (que é gigantesco). Precisamos melhorar a condição de trabalho. Os grandes, médios e pequenos empresários acreditam que uma redação de jornalismo na web seja feita com três pessoas, uma banana, alguns clipes e um pedaço de papel. Receita MacGyver? Sem dúvida, pois tem gente que faz das tripas o coração para conseguir colocar conteúdo no ar. Contudo, é uma via de dois sentidos: o jornalista aceita o papel de ‘faz tudo’ e a empresa paga o que quer por isso, daí se a pessoa não se sujeita ao fato, tem uns 20 que topam.

Bruno Figueredo: O que a internet fez com o jornalismo tradicional?

Rafael: Matou todas e quaisquer barreiras que poderia haver. A distância não existe com as conexões via web e o dinamismo foi turbinado ao pé da letra. Ganhamos asas e alçamos vôo rumo ao frenético movimento provocado pelos factuais e a notícia em primeira mão. O lado negativo do processo foi trazer a falta de apuração de informações, pois as redações se tornaram viciadas por textos já produzidos e o famoso Ctrl+C e Ctrl+V poluem as pautas dos repórteres que se esforçam pra trazer material decente à redação.

Bruno Figueredo pergunta:  As faculdades conseguem formar o profissional de jornalismo que o mercado busca?

Rafael: É difícil falar por tantas que existem no mercado, mas gosto de acreditar que haja alguma em algum lugar no mundo que o faça. No Brasil arrisco dizer que não há. Isso se deve a professores que tem medo de formar profissionais que podem tomar-lhes a vaga no mercado, falta de habilidade para lecionar e a doce ilusão de que o aluno não precisa estagiar, trabalhar ou ocupar seu horário vago com atividades voltadas ao jornalismo. Os laboratórios universitários estão cheios de atividades que não chegam perto da realidade do mercado.

rafael 2

Bruno Figueredo: Qual o conselho você dá para quem pretende seguir carreira jornalística.

Rafael: Siga @flaviofachel no Twitter, ele tem todas as dicas possíveis. Kkkkkk Na verdade o sol brilha pra todos e o mercado está aí para mostrar o contrário. Não desiste de seus sonhos e acredite que não há nada impossível. Depois de firmar o pensamento na auto ajuda, crie tipo e corra atrás. Vá pentelhar os chefes de redação, os assessores, busque contato com quem é da área. Foi assim que comecei, pois fui numa rádio e fiquei bisbilhotando até o dia que falei ‘é isso aí que eu quero’. Estude e conheça a parte prática da sua profissão, saiba que o jornalismo é como uma rosa. E lembrem-se, rosas são as mais vendidas no mundo e nem os espinhos conseguem tirar sua beleza.

Bruno Figueredo: Com o fim da exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista, a classe foi banalizada?

Rafael: A classe jornalística foi banalizada antes de eu pensar em ingressar na universidade, mas voltando à questão atual, essa falta do diploma já é combatida (confere aqui CCJ do Senado aprova exigência de diploma de jornalista http://tinyurl.com/yz8ynkl ) e acredito que deu um belo susto nos diplomados que esqueceram algo tão simples. O conhecimento ninguém toma, se fez faculdade e aprendeu tudo que poderia, é algo da pessoa e nenhuma lei faz isso acabar. E tem mais, empresas como a Rede Integração sempre vão exigir o diploma. O fim da exigência foi até de certo modo higiênico no âmbito educacional, uma vez que uma infinidade de cursos tiveram perda de alunos e nem conseguiram fechar turmas para o ano letivo. Agora é esperar para que haja aumento na qualidade dos cursos que ficaram.

Bruno Figueredo: Rafael, você foi citado na entrevista com a @uberlandia. Como se sentiu?

Rafael: Rapaz, aquilo me balançou. A danada falou de um jeito muito interessante, pois minha história se confunde muito com o desejo de me tornar referência no jornalismo online da região e a forma com que trabalhei no Balanço. É o fake mais verdadeiro do mundo e eu amo muito, a danada brilha muito no Twitter.

Bruno Figueredo: Por que você ainda não tem um blog?

Rafael: Já tive vários blogs. Kkkkk Desde putaria (na adolescência), até de textos, dicas de download e outros que contavam relatos sobre minha vida. Daí veio o Twitter e tudo ficou mais fácil. =D

rafael 3

Rafael participou do Almoço Twitter e entrou na campanha #VoltaUberlandia

Bruno Figueredo: Você adorava ser chamado de “Gatinho” no Balanço Geral. Como está a vida afetiva, solteiro, casado, ficando, em busca, pausado?

Rafael: Aaaaaah, como não me desmanchar perante os miados produzidos em nossa sonoplastia (Tio Bola um abraço pro senhor!). A galera no estúdio ia à loucura e o telefone sempre tinha alguém pra elogiar minha pessoa. Não sei se viu o dia que ganhei uma caixa de bombons. Foi o ápice do processo, um dia antes de minha saída e @vlemos sabe como foi. Kkkkk A vida pessoal está tranqüila e estou esperando a virada do ano pra ver como fica. Kkkk

Bruno Figueredo: Se tivesse que escolher um final de semana, preferia passar com o Willian Bonner ou com a Ana Hickmann?

Rafael: Aaaaaaaaaaaah, aí foi foda, hein danado? Não dispensaria Bonner devido ao fato de ser um dos maiores comunicadores do País, mas trocar experiência com a Aninha seria fabuloso, hein? Gosto do jeitão dela, mas #possofalá? Negaria as duas opções se tivesse dado para mim a opção de passar o fim de semana com Milena Machado, aaaaah.

Bruno: Rafael, para finalizar: Quem você joga no Google?

Rafael diz:  a melhor expressão de todas, se fosse no cotidiano seria a playboy da Helen Roche, mas como sendo uma pessoa de nosso convívio, do cotidiano, eu jogo a Wasthi Lauers, o docinho de coco da Paranaíba!

Bruno: Rafael, foi super legal a gente conhecer outro lado, do Rafael como pessoa, e não somente como jornalista. Tenho certeza de que muita gente também gostou. Agradecemos sua atenção, de verdade.

E você, o que achou da entrevista? Solte o verbo e deixe o seu comentário, que é seu, sempre!

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Willian Bonner do Cerrado joganogoogle.

Bruno Figueredo diz:
Quem é o Rafael Ferreira?
ein?Rs
Rafael Ferreira diz:
pera ae
tamo indo
É um cara que já acertou muito e errou mais ainda, mas que tem a certeza de estar no caminho certo (ou não) de seus sonhos profissionais. Uma pessoa que cultiva amigos e que confia neles como irmãos que Deus ofereceu oportunidade de escolher. Um ser que acredita no amor eterno, quer ter três filhos e uma esposa que seja ‘pedrada na vidraça’.
Bruno Figueredo diz:
você arrepende de ter escolhido a carreira de jornalismo?
Rafael Ferreira diz:
Algumas vezes me arrependo de conhecer pessoas que tornam o jornalismo algo sujo de ser praticado, mas de minha parte estou certo que é um caso de amor pro resto da vida. Sabemos da decadência salarial que temos na região e seria interessante que todos se unissem contra as empresas de mídia da região e exigissem melhores condições salariais. Só que aí seria tão complicado quanto achar peixe no d
eserto
Bruno Figueredo diz:
por onde você já passou e o que ja fez
Rafael Ferreira diz:
Aos 14 anos descobri o rádio e desde então trabalhei numa comunitária em Uberaba chamada América. Fui operador de mesa, editor, locutor e depois vestibulando (tinha de ir pra faculdade, né? rrrs). Sem dúvida motivou minha escolha para o Jornalismo. Nessa época conheci uma galera legal da Nova FM e o José Ronaldo (in memorian) contribuiu bastante com um sonho que sempre alimentei, trabalhar
na Jovem Pan FM.
Depois disso, durante a faculdade trabalhei na rádio Sociedade A.M., uma das mais antigas do País e de Minas Gerais em funções diversas até ganhar um programa que ía ao ar aos domingos e depois outro de segunda à sexta.
Lá pra 2003 entrei para a Rede Integração onde editei, produzi, pautei e fiz muito repórter passar raiva rrsss Fui o primeiro editor do Megaminas.com e contribui com a expansão do portal, como também fui o primeiro homem responsável pela tal afamada Agenda Cultural.
Bruno Figueredo diz:
legal
rafael vc saiu da paranaiba ou foi demitido?
Rafael Ferreira diz:
Rapaz, foi muita coisa. Depois fui pro Katatudo (empresa de busca na web), Jornal Correio de Uberlândia, Paranaiba e hoje estamos na Band.
Lá pedi demissão logo depois de minhas férias, com a certeza de que não trabalharia com jornalismo mais.
Bruno Figueredo diz:
na paranaiba?
Rafael Ferreira diz:
sim senhor
Bruno Figueredo diz:
vc pode falar mais sobre isso ou prefere nao falar?
Rafael Ferreira diz:
Falo na boa. =D Tive uma experiência ótima e grandiosa ao lado de pessoas fantásticas as quais Rogério Silva e Júlio Prado (amigo desde tempos idos) conseguiram reunir. Só que chegou uma hora na minha vida que queria dar um ‘pause’ e repensar a carreira.
Uma coisa que estudantes acreditam na faculdade é que jornalismo é um romance. O Bonner e a Fátima sentam na bancada do JN e depois vão embora. É um mito e ninguém imagina o quão complexo pode ser uma profissão que merecia ser valorizada, principalmente pelo fato de exigir conhecimento teórico, prático e de mundo. Todavia, é algo que se faz por amor e que a pessoa deve levar em conta que nada pode
ser feito esperando uma resposta ou mérito.
Acho que estou ácido, não? rrrssss
Mas é bom ser pé no chão para compreender a realidade.
Bruno Figueredo diz:
sim, lógico.
Rafael, vc ficou à frente do Balanço Geral. Vc sabia que era temporário?
Rafael Ferreira diz:
Sabia sim, foi algo de decisão conjunta com várias pessoas dentro da TV, mas foi algo que sem alternativas. Posso dizer que ninguém estava interessado em segurar o rojão. rrss E não que eu me sinta o mais ‘fodástico’ de todos daquela época, mas eu gosto de desafiar o impossível.
Bruno Figueredo diz:
legal
quando o marquinhos foi contratado, vc sentiu aquele ciuminho?
?
Rafael Ferreira diz:
ahahaahahah Teve gente que torceu por isso, sabe? Mas não senti pq estava preparado para deixar o Balanço à qualquer instante. E quando ele veio fiquei mais na expectativa de ’sair de férias’ do que ter o apego ao programa. É aquela velha história, ‘vão os dedos e ficam os anéis’.
Bruno Figueredo diz:
e hj na band, vc está feliz? tem certezA?
Rafael Ferreira diz:
Ah danado, absoluta. Foi uma situação de muito medo escolher sair da profissão ou continuar nela. Todavia, ir pra Band deu um gás no sentimento, além disso, muitos amigos apoiaram a troca de empresa. Primeiro por não ser afiliada, segundo pela projeção que consegui através da Paranaiba.
Bruno Figueredo diz:
legal.
o que falta no jornalismo local?
Rafael Ferreira diz:
Brunão essa foi osso. rrrsss
Mas assim
acredito que nosso jornalismo local é bem diversificado, com programas que atingem classes baixas e outros com segmentação diversa. Vai do dono do controle remoto mesmo.
Bruno Figueredo diz:
legal
rafa
as proximas vou mandar por email
pode ser?
Rafael Ferreira diz:Ele
Belezura

Ele é carismático, tem um bom humor que poucos jornalistas têm, é um comunicador e tanto. Ele é twitteiro, jornalista, e dizem que até balança o coração de telespectadoras. Quem vai jogar conosco hoje é o Rafael Ferreira. Seja bem-vindo pra jogar à vontade, e eu convido você, a ler essa entrevista. É uma reflexão super interessante sobre a carreira de jornalismo e você não pode perder.

Rafael pode jogar!

rafael1

Bruno Figueredo diz:  Quem é o Rafael Ferreira?

Rafael Ferreira diz:  É um cara que já acertou muito e errou mais ainda, mas que tem a certeza de estar no caminho certo (ou não) de seus sonhos profissionais. Uma pessoa que cultiva amigos e que confia neles como irmãos que Deus ofereceu oportunidade de escolher. Um ser que acredita no amor eterno, quer ter três filhos e uma esposa que seja ‘pedrada na vidraça’.

Bruno Figueredo diz:  Você arrepende de ter escolhido a carreira de jornalismo?

Rafael Ferreira diz:  Algumas vezes me arrependo de conhecer pessoas que tornam o jornalismo algo sujo de ser praticado, mas de minha parte estou certo que é um caso de amor pro resto da vida. Sabemos da decadência salarial que temos na região e seria interessante que todos se unissem contra as empresas de mídia da região e exigissem melhores condições salariais. Só que aí seria tão complicado quanto achar peixe no deserto.

Bruno Figueredo diz:  Por onde você já passou e o que ja fez?

Rafael Ferreira diz:  Aos 14 anos descobri o rádio e desde então trabalhei numa comunitária em Uberaba chamada América. Fui operador de mesa, editor, locutor e depois vestibulando (tinha de ir pra faculdade, né? rrrs). Sem dúvida motivou minha escolha para o Jornalismo. Nessa época conheci uma galera legal da Nova FM e o José Ronaldo (in memorian) contribuiu bastante com um sonho que sempre alimentei, trabalhar na Jovem Pan FM.

Depois disso, durante a faculdade trabalhei na rádio Sociedade A.M., uma das mais antigas do País e de Minas Gerais em funções diversas até ganhar um programa que ía ao ar aos domingos e depois outro de segunda à sexta.

Lá pra 2003 entrei para a Rede Integração onde editei, produzi, pautei e fiz muito repórter passar raiva rrsss Fui o primeiro editor do Megaminas.com e contribui com a expansão do portal, como também fui o primeiro homem responsável pela tal afamada Agenda Cultural. Rapaz, foi muita coisa. Depois fui pro Katatudo (empresa de busca na web), Jornal Correio de Uberlândia, Paranaiba e hoje estamos na Band.

Bruno Figueredo diz: Rafael você saiu da TV Paranaíba ou foi demitido?

Rafael Ferreira diz:  Lá pedi demissão logo depois de minhas férias, com a certeza de que não trabalharia com jornalismo mais.

Bruno Figueredo diz:  na Paranaíba?

Rafael Ferreira diz:  sim senhor

Bruno Figueredo diz: Você pode falar mais sobre isso ou prefere nao falar?

Rafael Ferreira diz:  Falo na boa. =D Tive uma experiência ótima e grandiosa ao lado de pessoas fantásticas as quais Rogério Silva e Júlio Prado (amigo desde tempos idos) conseguiram reunir. Só que chegou uma hora na minha vida que queria dar um ‘pause’ e repensar a carreira.

Uma coisa que estudantes acreditam na faculdade é que jornalismo é um romance. O Bonner e a Fátima sentam na bancada do JN e depois vão embora. É um mito e ninguém imagina o quão complexo pode ser uma profissão que merecia ser valorizada, principalmente pelo fato de exigir conhecimento teórico, prático e de mundo. Todavia, é algo que se faz por amor e que a pessoa deve levar em conta que nada pode ser feito esperando uma resposta ou mérito.

Acho que estou ácido, não? rrrssss

Mas é bom ser pé no chão para compreender a realidade.

Bruno Figueredo diz:  sim, lógico.  Rafael, vc ficou à frente do Balanço Geral. Sabia que era temporário?

Rafael Ferreira diz:  Sabia sim, foi algo de decisão conjunta com várias pessoas dentro da TV, mas foi algo que sem alternativas. Posso dizer que ninguém estava interessado em segurar o rojão. rrss E não que eu me sinta o mais ‘fodástico’ de todos daquela época, mas eu gosto de desafiar o impossível.

Bruno Figueredo diz: Quando o Marquinhos Maracanã foi contratado,  sentiu aquele ciuminho?

Rafael Ferreira diz: ahahaahahah Teve gente que torceu por isso, sabe? Mas não senti pq estava preparado para deixar o Balanço à qualquer instante. E quando ele veio fiquei mais na expectativa de ’sair de férias’ do que ter o apego ao programa. É aquela velha história, ‘vão os dedos e ficam os anéis’.

Bruno Figueredo diz: E hoje na Band (Regional), você está feliz? Tem certeza?

Rafael Ferreira diz:  Ah danado, absoluta. Foi uma situação de muito medo escolher sair da profissão ou continuar nela. Todavia, ir pra Band deu um gás no sentimento, além disso, muitos amigos apoiaram a troca de empresa. Primeiro por não ser afiliada, segundo pela projeção que consegui através da Paranaiba.

Bruno Figueredo diz: O que falta no jornalismo local?

Rafael Ferreira diz: Brunão essa foi osso. rrrsss. Mas assim acredito que nosso jornalismo local é bem diversificado, com programas que atingem classes baixas e outros com segmentação diversa. Vai do dono do controle remoto mesmo.

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Bruno Figueredo diz: É hora de dar nome aos bois, bora lá?

Rafael Ferreira diz: Bora!

Jornalista Regional : Rick Paranhos (Rede Integração – Uberlândia)

Apresentador de TV: Erika Machado (Rede Integração – Uberaba)

Veículo de comunicação: O perfil de @Uberlandia rrsss tá bom, ééééé NTV em Patos de Minas. É o grupo mais sólido da região. Nem a Rede Integração consegue penetrar (ui) na cidade. Parabéns pra galera de lá.

Melhor site regional: O perfil de @Uberlandia rrsss falando sério agora, acredito no potencial do Megaminas (patroa Palmira, te amo, baby!), mas pra ser o melhor tem de ajustar navegabilidade, conteúdo e design. Até lá, abstenho de responder essa.

Melhor revista regional: Nunca fui ligado nas revistas da região, velho. Até o momento não cheguei a apreciar nenhuma, talvez pela falta de tempo, mas gostaria. =D

Empreendedor regional: Fábio Pergher, dono da Start Química que aproveitou bastante a gripe suína e limpou as mãos de muita gente.

Bruno Figueredo diz: Solte o verbo Rafael. O que mais odeia em Uberlândia?

Rafael responde: O fato de estar longe dela. Cidade super, mas foi uma escolha que mostrou o quanto amo meus pais.

Bruno Figueredo diz: O povo de Uberaba odeia Uberlândia?

Ainda existe umas jamantas/mulas/cabras cegas/acéfalos que odeiam, mas é pq os prédios de Uberlândia fazem sombra no quintal alheio, sabe? Só que é uma coisa de nossos antepassados que morderam a nuca de ódio quando viram Uberlândia deslanchar no cenário político.

Bruno Figueredo diz: Qual a matéria mais marcou sua vida.

O Cuteleiro de Martinésia, mas a versão que fiz para o Tudo a Ver para minha Wawasthi (não me abandona) com o apoio do fodástico cinegrafista Giovanni Borges. A versão que fiz para a Band está aqui http://www.youtube.com/watch?v=O8SQJ4ft74g boa tbm, mas por conta do horário apertado, não dava pra contar tudo que queria.

Bruno Figueredo diz: Pretende casar, ter filho, plantar uma árvore e escrever um livro?

Pretendo casar sem dúvida afinal, precisamos lavar as costas de vez em quando, não? Kkkk Sou desejoso para ter meus três filhos (dois meninos, uma menina ou duas meninas ou um menino ou o que vier e a quantidade que for). As árvores foram plantadas e o livro também, dois inclusive (Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo e da pós em Marketing. Falta a muié e os fi, sô.

Na próxima terça-feira você confere a segunda parte da entrevista, inclusive a pergunta sobre o assédio de mulheres na época em que ele balançava a TV no Balanço Geral. E tem uma montagem de foto exclusiva do Willian Bonner do Cerrado.

Solte o verbo agora, e comente a entrevista.

Aguardo você pra jogar comigo, terça-feira.
Continue jogango comigo no Twitter. Siga já: www.twitter.com/brunofigueredo

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Cristian Pior em pergunta inédita.

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Em sua passagem por Uberlândia, eu fiz uma pergunta para o Cristian Pior.

Bruno: Cristian Pior todos sabemos que você é de Uberaba, e que existe essa rixa entre as cidades. Quando você morava lá, você tinha raiva, ou ódio de Uberlândia, ou do povo daqui?

Cristian Pior responde: Jamais. Eu nem sabia que existia essa rixa. Você acha?imagiiiina Risos.

Super simpático, o humorista gravou o vídeo para a campanha #VoltaUberlandia e gravou também um recado para a galera, que vou compartilhar com vocês.

Eu agradeço a atenção do Cristian Pior, e espero jogá-lo aqui mais vezes, porque ele é uma das pessoas que mais fala esta famosa frase, que inclusive é o nome deste blog “JoganoGoogle”.

Valeu Cristian Pior!

Rosalina Vilela joga com a gente.

A nossa entrevistada do dia é Rosalina Vilela que vai falar um pouco de sua vida, e dar opiniões sobre tecnologia e redes sociais. Eu convido você a jogar comigo e com a Rosalina, porque o papo vai ser bom demais.

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Bruno fala: Rosalina, você hoje é uma mulher de negócios com grande representatividade em Uberlândia, para não falar no estado ou no país. Como foi a sua trajetória até chegar aqui?

Rosalina responde: Nada fácil, mas também nada difícil. Sempre acreditei e corri atrás. Se aparecia alguma situação complicada, tinha que arrumar a solução. Tive a sorte de sempre ter alguém que eu pudesse confiar, e aprendi muito, e o aprendizado não foi só com pessoas mais velhas, mas também com jovens e crianças.

Tive muitos amigos durante toda a vida, mas sinto não poder aproveitar mais dessa convivência, principalmente meus amigos motociclistas(gosto muito de viajar de moto).

Mas vamos falar de coisas sérias.

Eu não gostava de estudar, mas estudava, porque, se precisa, é melhor não enrolar.

O ensino fundamental, fiz em Uberlândia, já o médio estudei em internato em SP. Graças aos meus pais aprendi a ser disciplinada. A vida cobra isto, e muito.

Fiz algumas tentativas no 3° grau, História, Serviço Social e acabei me formando em  Comunicação Social na UFU, e depois como sou apaixonada em cinema e fotografia fiz vários cursos dessa especialidade, e a pós  fiz Gestão Empresarial na FGV.

E sobre a vida profissional, como foi o início?

Quanto ao trabalho, meu primeiro negócio foi uma loja de roupas para jovens, isto foi nos anos 60. Experiência fantástica. Fiquei uns 2 anos com o negócio.

Depois comecei já a trabalhar com o que realmente eu gostava. Trabalhei na sucursal da TV Manchete  em Uberlândia, depois TV Paranaíba e TV Integração, naquela época TV Triângulo.

Me casei, fiquei grávida e me afastei por uns 4 anos pra ficar com meus pimpolhos.

Depois disto montei o Fisk, curso de Inglês e Espanhol, hoje já há 26 anos em Uberlândia.

Fui pra Erlan, e foi aí que aprendi mesmo a conhecer o mundo real da briga pelo espaço, pelo seu produto no mundo.

De Uberlândia para o Brasil, fui conhecendo o nosso país e clientes mundo afora, como por exemplo, até a Croácia.

Nesta época, o Dilson Dalpiaz, então presidente da ACIUB, me convidou para fazer parte de sua chapa, e eu aceitei.

Depois de 10 anos, o Luiz Alexandre me passou o bastão para esta grande responsabilidade, a qual eu gosto muito e espero realmente poder participar da história da nossa cidade.

Bruno completa: Atualmente Rosalina é presidente da ACIUB – Associação Comercial e Industrial de Uberlândia.

Bruno continua: Por que vemos poucas mulheres assumindo postos importantes como o seu?

É difícil dar uma opinião correta, mas poderia citar vários motivos. Acredito que ainda não houve tempo para as mulheres, eu digo um numero maior de mulheres, conseguirem posições no mundo corporativo. Quebrar paradigmas, vencer resistências sociais, e ocupar espaços de poder fazem parte de um processo: veja que na década de 50, as mulheres não podiam ser sócias de uma empresa sem o consentimento do marido. As mulheres começaram a ingressar no mercado de trabalho, em um grande número somente nos anos 70. E veja que estudos recentes feitos nos Estados Unidos indicaram que as mulheres executivas apresentam um desempenho melhor que os homens no trabalho, na avaliação tanto de chefes quanto de pares e subordinados. Vamos dar tempo ao tempo.

Não sou feminista. Homens e mulheres devem trabalhar juntos, cada um com a sua “expertise”.

Você tem um perfil oficial no Twitter e é uma usuária assídua. Você se considera viciada em Twitter?

Definitivamente não, mas certamente gosto muito. A comunicação faz parte da minha vida e eu a respeito. Hoje não temos como viver sem nos relacionarmos.

Faz parte do lazer e dos negócios. Estar conectado é fundamental. O mais importante de tudo é não perder essa grande onda de mudança. Temos que estar atentos.

Como é a Rosalina twitteira, e o que geralmente posta?

Sou muito curiosa, e sobre todos os assuntos. Leio muito na internet. Fico até altas horas, “fuçando” e encontrando coisas interessantes.

No Twitter como no meu blog (aproveite pra acessar: http://www.ponte4you.com/)  minhas postagens são “UM POUCO DE TUDO”,  fatos e opiniões, posturas políticas, cidadania, tecnologia, motociclismo e entretenimento.

Como você vê a questão do aumento do usuários de internet, o crescimento de veículos online e a queda de veículos de mídia impressa. Em sua opinião, qual o ano ou período será a grande virada da mídia online sob a mídia impressa?

O mundo está mudando rapidamente. O mercado não é mais fiel, por isso a necessidade de reinvenção gráfica e editorial do impresso. Antes de tudo, é preciso repensar as necessidades do público a partir do cenário da comunicação. Até porque a internet pode ser o carro-chefe no futuro, mas ainda vai levar um tempo para substituir completamente a mídia impressa.

Você é seguidora do perfil @uberlandia no Twitter. Quais os motivos levaram esse fake a ter tanto sucesso na twittosfera?

Sou seguidora do perfil @uberlandia sim. E acredito que o maior motivo do sucesso foi a sinceridade com respeito. Posso falaaaaa??? Fico muito preocupada com algumas pessoas que não sabem a força que tem a internet, ou o Twitter por exemplo.

Às vezes postam coisas complicadas..vejam no Orkut, quantas pessoas se deram mal. Temos que ter cuidado, isto pode interferir na vida pessoal ou profissional.

Será que precisamos contar aos outros os nossos mais “profundos” pensamentos? Veja este vídeo:

Tem uma frase muito interessante, não sei de quem : “ o que fazemos durante as horas de trabalho determina o que temos; o que fazemos ou como fazemos na hora do lazer, determina o que somos”

Você é a favor da volta da @uberlandia?

Sim claro. Sem ela o Twitter perdeu muito do glamour.

Se por acaso o fake resolver se revelar, em sua opinião, o que aconteceria?

Penso que não deveria. É exatamente aí que a brincadeira é interessante. E quem não gostar, simplesmente não a siga.

Qual a mensagem você deixa para os jovens que estão optando por suas carreiras ou que já estão saindo da faculdade.

Procure fazer a coisa certa. Pense bem, antes de tomar qualquer atitude. Sem dúvida nenhuma, sempre sabemos o que é certo e o que é errado. A juventude é corajosa, pense em mudar o mundo. Não se deixe enganar pelos maus exemplos. Estes são poucos. Generalizar e dizer por exemplo que todos os políticos são corruptos, isto não é certo. Não se despreze e não permita que ninguém o faça. Seja jovem, viva a vida com responsabilidade, faça o certo e não se conforme com a estrutura do errado. Seja um cidadão e defenda o seu mundo. Você hoje está fazendo o amanhã. Só você é responsável por você. Mais uma que não sei de quem : “Na vida não há prêmios nem castigos. Somente conseqüências.”
A vida é escolha. Você sempre terá dois caminhos a seguir.

Quer falar algo que não foi contemplado nas perguntas? Fique à vontade para jogar.

Obrigada pela oportunidade

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