
Depende! Antes de começar a trabalhar é bom conhecer se a nova empresa contratante possui políticas de acesso e presença em redes sociais. Várias empresas, principalmente as multinacionais e de grande porte já possuem este tipo de diretriz. Se a empresa que você vai trabalhar já conta com esse recurso, é ótimo, e se você sair por aí infringindo esse “código de conduta”, pode ganhar uma demissão por justa causa, já que a empresa te expôs a verdade.
Agora, se onde você trabalha não tem esse manual, mas os sites são todos livres, vá com calma. Não é porque o acesso é livre, que você pode ficar o dia todo acessando suas redes, e-mail pessoal, álbum de fotos da balada do dia anterior. Os chefes, principalmente os mais antenados estão de olho no que você faz, inclusive, o que você faz na internet. Para evitar problemas, siga algumas dicas:
- não trabalhe com janelas de MSN aberta. Na maioria dos casos, é queimação pura a janela fica piscando ali na tela. Quem passa e vê isso, acha que você está num papo imperdível. Há casos e casos, momentos e momentos, mas estou me referindo a dias normais, de trabalho intenso. Agora, se o seu trabalho inclue este tipo de recurso, tudo bem. Não se reprima, risos.
- Twitter, Facebook e Orkut só são inteiramente livres, na sua casa ou no seu celular. Na empresa, use com moderação. Nada de janela aberta o tempo inteiro, senão é a sua atenção que vai ficar presa naquela janela, e o trabalho ficará prejudicado. De prefêrencia, concentre olhar este tipo de rede social no início do expediente, ou depois do almoço. De janelinha fechada, vá fazer o seu serviço, combinando? Risos.
- viu alguma coisa legal no Twitter, ou vídeo engraçado no Orkut? Guarde para mais tarde. Ficar chamando quem está do seu lado toda hora pra ver algo legal, engraçado ou divertido é coisa de gente à toa. Separe 5 minutos do dia para a diversão coletiva, depois, deixa a navegação ser individual.
- cuidado com linguagem chula nas redes sociais e no e-mail. Embora o perfil seja seu, você faz parte de um time de profissionais de uma empresa. É muito melhor você ser conhecido por um conteúdo bem humorado, do que por um ser bipolar, que hora está feliz, hora está xingando na rede.
- jamais fale mal do seu chefe e de colegas de trabalho. Ah! Outra coisa muito deselegante é dar indiretas no Twitter. Eu tenho preguiça de gente que fala encostando conversa ou dando indiretas. Ou você tem coragem de falar rasgado, e mesmo assim, o melhor é falar pessoalmente e não nas redes, senão você ainda leva um processo judicial, ou não fale.
Ah! Se destaque por um conteúdo interessante, de bom humor, algo que agregue para você como profissional ou pessoal. São apenas dicas de como evitar problemas e ser mais feliz, na vida e na internet.
Até mais!
Tags: comportamento, emprego, netiqueta, redes sociais
One Response to “Acessar redes sociais no trabalho, pode?”
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Sérgio Evangelista Says:
fevereiro 15th, 2011 at 10:46De acordo com especialistas que participaram do Social Media Week nesta quarta-feira (9/2), as empresas brasileiras ainda não sabem utilizar as redes sociais para promover sua marca.
Para Renato Shirakashi, diretor de tecnologia da Scup, empresa voltada para o monitoramento nas mídias sociais, a maioria das empresas tem que se readaptar neste nicho do mercado e aprender que rede social não é o lugar propício para “somente vender”. Segundo ele, as empresas costumam entrar com um olhar unilateral, enquanto que a natureza dessas redes é a conversação.
A CEO da Ibope/NetRatings, Fábia Juliasz, concorda e afirma que nas redes sociais as pessoas estão à procura de amigos e não de produtos para comprar. “Não podemos esquecer que o objetivo da rede social é se socializar. As marcas têm que saber que as pessoas querem conversar com amigos”, completou Fábia.
Shirakashi disse ainda que muitas empresas não sabem a importância de se investir nas mídias sociais e que, se durante os próximos 15 anos elas permanecerem com essa ideia, poderá ser “um perigo, com marcas podendo até acabar”.
“O investimento em mídia social é a longo. Crianças nascem mexendo no computador e muitas empresas não sabem como se comunicar esse público”, criticou Shirakashi.
*Com informações do Comunique-se






